terça-feira, 4 de abril de 2023

PROFESSORES E PROFESSORAS MARANHENSES CONFIRMAM: "A VIDA É COMBATE. VIVER É LUTAR"


O poeta caxiense Gonçalves Dias (1823-1864) escreveu em sua obra "Canção do Tamoio": "Não chores, meu filho; Não chores, que a vida É luta renhida: Viver é lutar. A vida é combate, Que os fracos abate, Que os fortes, os bravos Só pode exaltar". Inspirados nesse espírito guerreiro, um grupo de professores e professoras chegou recentemente em São Luís para reforçar a luta em favor de toda a categoria de educadores maranhenses. Nossos respeito e admiração por esses bravos e fortes!

Infelizmente, há muito tempo, o Maranhão tem sido destaque nacional por temas pouco favoráveis. As manchetes de jornais e TV não destacam as belezas naturais ou a riqueza cultural do estado, mas sim escândalos políticos, desordens sociais e números pouco promissores para a economia.
Segundo dados do IBGE, o Maranhão ocupa a última posição no ranking nacional de PIB per capita. Esse indicador leva em consideração a renda média do maranhense, calculada ao somar o Produto Interno Bruto (PIB) – que é a arrecadação total do país, estado ou região – e dividi-lo pelo número de habitantes.
Infelizmente, quase 1,5 milhão de maranhenses lutam diariamente para ter pelo menos o que comer, como revela uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a extrema pobreza no país. 




A Síntese de Indicadores Sociais, realizada pelo IBGE há mais de duas décadas, mostra que a pobreza monetária tem sido marcante na história do Maranhão.
De acordo com o IBGE, o Maranhão é o estado brasileiro com a maior proporção de pessoas em estado de extrema pobreza, sendo que 8,4% dos extremamente pobres do país moravam aqui em 2022. 

Além disso, o trabalhador maranhense tem o segundo menor salário entre todos os estados do país, perdendo apenas para o Piauí. Grande parte da força de trabalho aqui se insere no mercado de trabalho de maneira informal, e 26% dela é constituída por pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto.
A forma como a elite governa é um problema grave no Maranhão. Legislar em causa própria, pensando apenas em ganhar mais do que já possuem, é um dos motivos que causam as mazelas do estado. Pontos importantes para a sociedade não são importantes para a maioria dos políticos. Como resultado, o estado sofre com pobreza, falta de acesso à saúde e saneamento básico de qualidade.

A característica dessa forma de governar abrange aspectos como mandonismo e apadrinhamento, que trazem como consequência a compra de votos e a desorganização dos serviços públicos. Segundo o sociólogo e antropólogo Álvaro Pires, "no exato momento em que as elites começam a se consolidar no Maranhão 
quando elas começam a impor as suas vontades, os seus desejos e, assim, transformam o Maranhão em seus quintais, onde o dinheiro, o poder do voto e a condição cultural elevada passaram a valer mais."

Um relatório divulgado pela organização das nações unidas ONU demonstra o tamanho desafio de governos a sociedade tem pela frente Maranhão aparece como é que está do Brasil e porque tem mais gente vivendo na miséria somada isso é também no Maranhão que 9 de cada 10 pessoas depende exclusivamente o sistema único de Saúde

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