quinta-feira, 1 de outubro de 2026

MULHER QUE SERIA EXECUTADA SOBREVIVE A DUAS INJEÇÕES LETAIS NOS EUA E É LEVADA PARA HOSPITAL

A americana Christa Pike, de 50 anos, foi hospitalizada após sobreviver à aplicação de duas doses de injeção letal durante uma tentativa de execução no Tennessee, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (30). Segundo sua defesa, ela perdeu a consciência, mas continuou com batimentos cardíacos e precisou receber medidas para salvar sua vida.

Condenada à morte em 1996 pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos, Pike seria a primeira mulher executada no estado em mais de dois séculos. O procedimento ocorreu na Penitenciária de Segurança Máxima de Riverbend, em Nashville, depois que a Suprema Corte dos EUA rejeitou recursos da defesa e derrubou uma suspensão concedida por uma instância inferior.

Os advogados apresentaram um pedido de emergência para interromper a execução e garantir atendimento médico. "A sra. Pike perdeu a consciência, mas ainda tem batimentos cardíacos e está roncando audivelmente", afirmaram no documento. O juiz distrital Clifton L. Corker registrou posteriormente que profissionais de saúde haviam começado a prestar os cuidados solicitados.

Segundo a agência Associated Press (AP), Pike recebeu duas doses de pentobarbital. A cortina que separava as testemunhas da sala de execução foi fechada duas vezes e, em determinado momento, jornalistas foram orientados a sair.

O protocolo do Tennessee prevê um segundo conjunto de seringas caso o primeiro não provoque a morte, mas não estabelece o que deve ocorrer se a pessoa permanecer viva após a segunda aplicação.

O governador Bill Lee determinou "uma revisão abrangente por terceiros para determinar exatamente o que ocorreu" e informou que a última execução prevista para este ano será revista. Em maio, outro procedimento havia sido adiado porque funcionários não conseguiram encontrar uma veia no condenado Tony Carruthers.

O Departamento de Correção do Tennessee sustentou que cumpriu todas as etapas previstas e que o protocolo não permite procedimentos adicionais aos realizados. A defesa contestou essa posição e apontou problemas como dificuldade de acesso venoso, veias rompidas e pentobarbital degradado.

Contratado pelos advogados como especialista médico, Joel Zivot, professor da Universidade Emory, disse à BBC que Pike provavelmente não atingiu uma concentração da substância no sangue suficiente para provocar parada respiratória e falência cardiovascular. Ele também alertou para a possibilidade de lesão cerebral em consequência de um atraso no início da ressuscitação.

Pike tinha 18 anos quando ela e o então namorado, Tadaryl Shipp, espancaram, torturaram e mataram Slemmer, em 1995. Os três haviam se conhecido em um programa de formação profissional para jovens.
FOTO VITIMA

A mãe da vítima, May Martinez, acompanhou a tentativa de execução. À NBC News, resumiu o ocorrido: "Foi uma bagunça."

EMPRESÁRIO MARANHENSE APARECE EM RELATÓRIO DA PF SOBRE RELAÇÕES ENTRE TOFFOLI E VORCARO

O empresário Alberto Leite aparece em um relatório da Polícia Federal que investiga as relações do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), com o banqueiro Daniel Vorcaro. As informações foram reveladas pela revista Piauí, que teve acesso ao documento. Imagens mostram momentos de intimidade entre Leite e Toffoli, como quando o ministro assistiu à final da Liga dos Campeões da Europa em um camarote bancado pelo maranhense.

Segundo a reportagem, a PF suspeita que Toffoli possa ter figurado como “beneficiário final” ou “proprietário de fato” do fundo Arleen, que recebeu ao menos R$ 35 milhões de Vorcaro. O fundo detinha participação no resort Tayayá, ligado ao ministro e à sua família.

A Piauí informa que Leite, dono da empresa FS Security e amigo de Toffoli, comprou o fundo em fevereiro de 2025. No mês seguinte, teria registrado a holding Egide I nas Ilhas Virgens Britânicas e alterado o regulamento do Arleen para permitir investimentos no exterior. Em dezembro, cerca de R$ 34 milhões teriam sido transferidos para a holding.

O relatório também cita o maranhense em outras três frentes. Leite, Vorcaro e o ex-ministro Fábio Faria aparecem como diretores da Skylink em um plano de negócios encontrado no celular do banqueiro. A FS Security também figurou entre as patrocinadoras de um fórum jurídico bancado pelo Banco Master em Londres.

A terceira ligação envolve o espaço custeado por Leite na final da Champions League, também na capital inglesa, onde o empresário maranhense recebeu Toffoli. A partir das informações reunidas, a PF apontou a existência de “vínculo relacional” entre Leite e o ministro do STF.

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

GRUPO MATEUS ANUNCIA FECHAMENTO DE 28 LOJAS E CORTE DE 6,7 MIL FUNCIONÁRIOS

Companhia passou de 47,9 mil para 41,2 mil trabalhadores em seis estados e adotou medidas para diminuir despesas e recuperar eficiência.

O Grupo Mateus confirmou o fechamento de 28 operações comerciais e reduziu seu quadro em 6.673 funcionários durante um processo de reestruturação iniciado em 2025 e intensificado nos primeiros meses de 2026. A companhia justificou as medidas como parte de um programa de redução de despesas, aumento de produtividade e reorganização interna.

O número de trabalhadores nas operações diretamente controladas pelo grupo caiu de aproximadamente 47,9 mil, em dezembro de 2025, para 41,2 mil ao final de março de 2026. A redução de 13,9% atingiu unidades localizadas no Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Sergipe e Bahia.

Os dados não incluem as operações do Novo Atacarejo em Pernambuco, Paraíba e Alagoas. O Grupo Mateus não detalhou quantos postos foram eliminados em cada estado, mas afirmou que os cortes foram necessários para realizar ajustes operacionais em toda a rede.

As 28 unidades encerradas incluíram operações do segmento de eletroeletrônicos. Em 20 lojas de varejo alimentar, a companhia retirou os departamentos da Eletro Mateus sem necessariamente fechar o supermercado ou o atacarejo instalado no mesmo endereço. Somente no quarto trimestre de 2025, foram encerradas 13 lojas de eletro.

A reestruturação ocorreu depois de um período de expansão acelerada e da integração com o Novo Atacarejo. A incorporação aumentou a presença do grupo no Nordeste, mas também elevou despesas operacionais e trouxe unidades com diferentes níveis de rentabilidade.

No primeiro trimestre de 2026, a receita líquida do Grupo Mateus chegou a R$ 9,4 bilhões, crescimento de 13% na comparação anual. As despesas operacionais, porém, avançaram 29,3% e alcançaram R$ 1,6 bilhão, pressionando margens e aumentando a necessidade de controle de custos.

O grupo também enfrentou vendas mais fracas nas mesmas lojas, deflação de alimentos, restrição de crédito e maior endividamento das famílias. A combinação reduziu o ritmo de consumo, especialmente no Nordeste, principal mercado da companhia.

Apesar dos fechamentos, o Grupo Mateus continuou inaugurando unidades de varejo alimentar consideradas mais rentáveis. A estratégia anunciada para 2026 prevê um ritmo menor de expansão, maior rigor na escolha dos investimentos e prioridade para redução da dívida e geração de caixa.

O presidente do conselho de administração, Ilson Mateus Rodrigues, afirmou que outras reduções de despesas estão previstas, mas indicou que novos cortes de pessoal não fazem parte do plano apresentado. A companhia pretende concentrar os próximos ajustes em contratos, fornecedores, formatos de loja e eficiência operacional.

SÓCIO DA TV DIFUSORA, WILLER TOMAZ APOSTOU R$ 5 BILHÕES EM BET, PERDEU R$ 163 MILHÕES E PEDE DEVOLUÇÃO

O advogado e sócio da TV Difusoura, Willer Tomaz apostou quase R$ 5 bilhões no ano de 2025 em jogos on-line. Em apenas uma bet, a Blaze, ele movimentou R$ 10 bilhões entre ganhos e perdas. No mês passado, Willer procurou a Justiça para exigir que a casa de apostas devolva o dinheiro, alegando que é viciado em jogos e acusando a empresa de burlar regras de jogo responsável para lucrar com sua suposta compulsão.

Em um ano, Willer perdeu R$ 163 milhões para a casa de apostas, valor equivalente à metade do lucro que a Blaze registrou ter enviado para um paraíso fiscal, a ilha de Man. Boa parte das transações acontecia em desacordo com a regulamentação federal, por um combinado entre ele e a Blaze.

Em relatório da Polícia Federal que embasou operação do último dia 4 de agosto, Willer foi apontado como “verdadeiro hub financeiro, patrimonial e logístico” de investigados pela Máfia do INSS.

Três dias antes da operação que o teve como alvo, o advogado ingressou com uma ação contra a Blaze na 44ª Vara Cível de São Paulo, com um inusitado pedido de reparação pelas perdas de R$ 163 milhões com jogos on-line em um ano.

No processo, ao qual a coluna teve acesso, Willer mostra que a relação continuada o levou a uma das escalas mais altas do programa de fidelidade da Blaze: o nível 171.

Willer apostava durante períodos relativamente curtos do dia, mas sempre em valores fora da realidade de um brasileiro médio. No dia 29 de julho, por exemplo, jogou das 2h às 4h. Nesse intervalo, fez 11 depósitos de R$ 100 mil cada e perdeu tudo após centenas de giros de roleta com apostas sempre acima de R$ 50 mil.

A rotina seguiu em 2026. Na manhã de 19 de janeiro, depositou R$ 500 mil na Blaze e, depois de meia hora jogando on-line, sacou R$ 1 milhão fracionado em dez vezes. À tarde, ganhou um bônus de fidelidade de R$ 325 mil (o que é proibido pela legislação), que torrou em cinco minutos. À noite, o lucro da manhã virou água, com perdas de R$ 725 mil.

Naquele dia, Willer voou de volta dos EUA ao Brasil, dando carona ao senador Flávio Bolsonaro (PL) em seu jatinho – a relação próxima entre os dois virou assunto nacional nas últimas semanas, com notícias de que Flávio ficou hospedado em um apartamento de Willer em São Paulo, fez a festa de aniversário da filha em uma casa do advogado em Angra dos Reis (RJ) e que os dois viajaram juntos ao exterior cinco vezes em 2025.

Conversas anexadas aos autos, na tentativa de provar que a casa de apostas foi imprudente, mostram o advogado irritado por precisar fazer reconhecimento facial cada vez que desejava sacar R$ 100 mil.

“Todos os saques estão pedindo reconhecimento facial. Isso dificulta muito, amigo”, reclamou em janeiro de 2025. Informado de que se tratava de imposição da nova regulação federal, protestou: “Meu Deus. Então aumenta o limite para saque, para R$ 500 mil por saque. Senão irá inviabilizar o tamanho do meu jogo. Esse reconhecimento facial está demorando até um minuto”.

O concierge logo voltou com uma solução proibida pela regulamentação que havia acabado de ser implementada: “Você não vai mais ser amolado com o reconhecimento facial, então você pode fazer quantos pedidos (de saque) quiser”. A medida é proibida pela legislação federal.

Willer usava como argumento para seus pedidos ser fonte constante de receitas para a bet: “Duvido que exista alguém no mundo que tenha te dado mais lucro do que eu. Acho que nem mesmo meu amigo Njr”, escreveu ao concierge, em provável referência a Neymar Jr, garoto propaganda da Blaze.

Queria, afinal, uma linha de crédito como a que tem em Las Vegas. “As autoridades reguladoras estão me questionando, assim como os bancos. Existe alguma solução? Talvez criar uma linha de crédito para fazer uma única transação mensal? Assim como faço com os cassinos em Las Vegas. Tenho uma grande linha de crédito com cassinos como o WYNN e outros”, explicou, citando um cassino de luxo de Vegas.

R$ 10 bilhões em um ano
Quando o ritmo da jogatina diminuiu a partir da primeira semana de março, o concierge dedicado a atendê-lo notou e quis saber por que. Willer explicou que estava incomodado com a demora da Blaze em liberar seus saques e que havia se assustado com o relatório sobre a atividade da conta dele.

“Os números são extremamente altos, tanto em termos de movimentação quanto de perdas. Considerando o nível de atividade da minha conta, eu esperava, na verdade, algum tipo de verificação ou sugestão relacionada ao jogo responsável por parte da plataforma”, reclamou, em meados de março deste ano.

O relatório mostra que Willer ganhou R$ 4,800 bilhões em jogos de cassino em 2025 e perdeu R$ 4,963 bilhões, o que dá um resultado líquido de R$ 163 milhões negativos. Em apostas esportivas, teve lucro de R$ 39 mil.

Do processo ao vício
Quatro dias depois de receber o relatório mostrando que perdia muito mais do que ganhava – os depósitos dele em 2025 somaram R$ 300 milhões e, os saques, R$ 137 milhões -, Willer já tinha um processo pronto contra a Blaze.

Antes de protocolá-lo, procurou a empresa para lembrar do risco de exposição pública da querela e oferecer um acordo pelo qual a Blaze devolveria 70% de tudo que perdeu.

“O caso é baseado na forma como o sistema efetivamente funcionava na prática — especialmente na assimetria entre depósitos e saques, na retenção e reversão reiteradas de solicitações de saque, nos obstáculos operacionais que mantinham os recursos dentro da plataforma, nos incentivos vinculados às perdas e na ausência de medidas eficazes de jogo responsável, apesar do volume extremamente elevado de movimentações”, explicou Willer, recebendo do concierge a orientação de conversar direto com o jurídico.

Quando a ação foi de fato protocolada, em agosto, quatro meses depois, surgiu um fato nunca tratado nos diálogos entre Willer e seu concierge: um suposto vício em apostas. “Não existe leitura possível desse padrão (de apostas) que não seja a de jogo patológico em grau extremo”, argumentou nos autos o ex-ministro Eugênio Aragão, sócio de Willer e seu advogado no processo.

Para atestar a ludopatia, Aragão anexou ao processo um laudo assinado em julho pelo psiquiatra Diego Canelhas. O documento cita que Willer estava “iniciando tratamento” e detalha que o psiquiatra examinou “a documentação trazida pelo paciente referente ao volume de dinheiro em apostas” e que os valores “falam por si só sem precisar de muito raciocínio”.

“Paciente ainda referindo que, percebendo e vendo excessividade extrema, tentara lutar contra, tentando bloquear ou dar um fim em definitivo da plataforma, porém, nunca obtendo êxito, pois a plataforma dificulta e muito esse direito do jogador de ir e vir, provocando o jogador, ainda mais no caso de vício extremo do paciente referido de se libertar da plataforma, nunca conseguindo a verdadeira exclusão”, continuou o psiquiatra.

Os autos não trazem registro de que Willer tenha se cadastrado no sistema federal de autoexclusão – desde o fim do ano passado, cidadãos que se cadastraram ali não conseguem abrir contas, depositar, apostar ou receber publicidade segmentada das operadoras legais.

Aragão sustenta que Willer pediu que a Blaze bloqueasse sua conta e não foi atendido pela plataforma. Para tanto, juntou dois prints de breves diálogos entre um perfil não identificado e o chat de atendimento da Blaze. Não há registro de data das mensagens.

“Quero que vcs bloqueie o meu acesso a jogos. E parem de me enviar promoções estimulando apostas. Estou com problemas de saúde. Estou viciado. Já perdi o que tinha e o que não tinha”, diz uma dessas mensagens, atribuída por Aragão a Willer.

Em outra conversa, também sem data, o usuário atribuído a Willer diz ao atendente do chat da Blaze: “Não é email. É mensagem no telefone. Com bônus e código de bônus, incentivando a jogar. E ainda está sendo possível jogar. Bloqueie em definitivo pfvr. Como vocês sabem, eu já tenho diagnóstico de ludopatia”.

De acordo com Aragão, Willer seguiu sendo alvo de publicidade dirigida da Blaze mesmo depois do pedido de exclusão. Para demonstrar isso ao juiz, juntou um print do grupo de Telegram com 474 mil inscritos no qual a Blaze divulga promoções para pessoas cadastradas e os prints de dois SMSs oferecendo um crédito recompensa de R$ 1 mil e um giro diário com prêmios de até R$ 15 mil.

Willer trabalha diretamente com apostas esportivas. Como vem mostrando a coluna, ele é beneficiário final da RioPag, empresa que recebeu da gestão Cláudio Castro (PL) a exclusividade na intermediação de pagamentos entre apostadores e casas de aposta para as bets licenciadas pelo estado do Rio – ele é o único acionista conhecido do fundo que investe na empresa-mãe da RioPag.

Ele também atua diretamente como advogado da RioPag e seu escritório de advocacia, até pelo menos o mês passado, patrocinava uma associação de casas de apostas, a Aposta Legal, presidida por um funcionário do escritório – o mesmo funcionário que administra a cota de Willer no jatinho que também pertenceu a Daniel Vorcaro.

Do site Metrópoles

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

CÂNCER DE PÊNIS LEVA A CERCA DE DUAS AMPUTAÇÕES POR DIA NO SUS; HIGIENE E PREVENÇÃO SÃO FUNDAMENTAIS

Cerca de dois homens por dia passaram por amputação do pênis no Sistema Único de Saúde (SUS), no último ano, em decorrência de casos graves de câncer no órgão genital. O cenário chama atenção para uma doença considerada agressiva e mutiladora, que pode ser evitada ou ter seus riscos reduzidos com medidas de prevenção e cuidados adequados de saúde.

Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde e repercutidas pelo R7, a procura por atendimento relacionado ao câncer de pênis na atenção primária à saúde também apresentou crescimento significativo ao longo de uma década.

Em nota à reportagem, o Ministério da Saúde alertou que o câncer de pênis pode provocar sofrimento físico e, quando diagnosticado em estágios avançados, pode levar à morte.

A doença apresenta maior incidência entre homens com mais de 50 anos, com maior número de registros entre aqueles com 60 anos ou mais. Entre os sinais que podem indicar a presença do câncer estão sangramento, coceira (prurido), feridas e mau cheiro na região genital.

HIGIENE E HPV ESTÃO ENTRE OS FATORES DE RISCO

De acordo com o Ministério da Saúde, a falta de higiene adequada, o tabagismo e o histórico de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), especialmente pelo HPV (Papilomavírus Humano), estão entre os principais fatores associados ao desenvolvimento da doença.

A higiene íntima adequada é uma das medidas importantes de prevenção. Além disso, o acompanhamento regular de saúde pode contribuir para identificar alterações ainda nos estágios iniciais, aumentando as possibilidades de tratamento e evitando procedimentos mais agressivos.

ATENDIMENTO COMEÇA NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE

O Ministério da Saúde reforça que homens podem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para acompanhamento, avaliação de sintomas e orientação preventiva.

Quando houver necessidade, o paciente pode ser encaminhado para atendimento especializado para investigação e tratamento.

O alerta é especialmente importante porque o diagnóstico tardio aumenta o risco de complicações e de necessidade de procedimentos mutiladores.

Fonte: R7 / Ministério da Saúde

domingo, 27 de setembro de 2026

DATAFOLHA: MAIORIA DOS BRASILEIROS NÃO SABE O NOME DE NENHUM PARLAMENTAR

Instituto também mostra que a maior parte dos cidadãos do Brasil diz não lembrar em quais parlamentares votou nas últimas eleições federais em 2022

Pesquisa Datafolha  mostra que 68% dos brasileiros não conseguem mencionar o nome de um parlamentar da Câmara dos Deputados, e 75%, nenhum do Senado.

Além disso, o levantamento aponta que a maior parte dos cidadãos do Brasil diz não lembrar em quais parlamentares votou nas últimas eleições federais, em 2022 — 67% no caso de deputado federal e 66% no das escolhas de senador e deputado estadual.
O Datafolha ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 139 cidades nos dias 17 e 18 de junho. A pesquisa está registrada no TSE (Superior Tribunal Eleitoral) com o número BR-09956/2026. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Em relação ao questionário sobre os votos de 2022, o Datafolha ouviu 1.898 eleitores com 20 anos ou mais para considerar aqueles que já tinham idade mínima para votar nas eleições passadas.

Segundo o instituto, os entrevistados foram questionados se recordavam o nome de algum político que atualmente faça parte do Congresso Nacional. Caso a resposta fosse sim, os participantes deveriam citar os nomes que sabia e lembrava.

Ao todo, 36% disseram não se lembrar de nenhum nome de deputado federal, e outros 32% afirmaram não saber. Só oito dos 513 deputados federais foram mencionados.

O mais lembrado foi Nikolas Ferreira (PL-MG), com 6% das respostas, seguido de Érika Hilton (PSOL-SP), com 4%. Os deputados Gustavo Gayer (PL-GO), Kim Kataguiri (Missão-SP), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP) ficaram com 1%

Os entrevistados citaram Cleitinho (Republicanos-MG), embora ele seja senador. O nome do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) também foi apontado, mas seu mandato foi cassado em dezembro passado.

O Datafolha realizou a mesma pergunta sobre os senadores: 40% responderam que não se recordavam de nenhum, e 35% disseram não saber. Dos 81 senadores, 15 foram lembrados.

Em primeiro lugar, aparece o nome de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é pré-candidato à Presidência da República pelo PL, com 3%. Em seguida, empatam Romário (PL-RJ) e Sergio Moro (PL-PR) com 2%.

No patamar de 1%, estão Damares Alves (Republicanos-DF), Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Girão (Novo-CE), Esperidião Amin (PP-SC), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Jader Barbalho (MDB-PA), Marcos Pontes (PL-SP), Otto Alencar (PSD-BA), Renan Calheiros (MDB-AL) e Rogério Marinho (PL-RN). Como Cleitinho, o deputado Nikolas foi mencionado erroneamente, como se fosse senador

Além disso, o levantamento do instituto diz que apenas 7% dos entrevistados não lembram em quem votou para presidente em 2022. Outros 85% disseram que se recordam e 8% declararam não ter votado em ninguém.

As eleições de 2022, em relação ao voto para presidente da República, contaram com uma divisão entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que buscará se reeleger neste ano, e Jair Messias Bolsonaro (PL), pai do senador Flávio Bolsonaro.

Na pesquisa Datafolha, 87% dos que pretendem votar em Lula neste ano afirmaram se lembrar de quem votaram em 2022. O índice é de 93% entre os que declararam voto no senador Flávio Bolsonaro (PL).

sábado, 26 de setembro de 2026

MÃE E FILHA MORREM DE CÂNCER NO MESMO DIA E SÃO SEPULTADAS JUNTAS

Uma história de amor e dor que está comovendo Mogi Guaçu, no interior de São Paulo. Mãe e filha morreram vítimas de câncer com apenas 10 horas de diferença. Elas foram sepultadas juntas
na sexta-feira (25), no Cemitério Municipal Santo Antônio.

Maria Elisabete, de 56 anos, e a filha Cibele Marchis, de 28 anos, lutavam contra tipos diferentes da doença. Conhecidas na cidade, Maria era podóloga e trabalhava em um salão da família. Cibele era empreendedora, dona de uma empresa de marketing digital com 11,7 mil seguidores, cheia de planos e de vida pela frente.

A batalha começou com Cibele. Em dezembro de 2023 ela notou os primeiros sintomas e em agosto de 2024 foi operada de um câncer raro na glândula suprarrenal. Mesmo entre cirurgias e sessões de quimioterapia, manteve o bom humor. A família chegou a ser chamada ao hospital em um momento crítico, mas ela se recuperou, teve alta e até viajou para a praia, mantendo a rotina ativa.

Pouco depois, veio o diagnóstico de Maria. Ela achou que fosse pedra na vesícula e descobriu um câncer agressivo no pâncreas. Diferente da filha, sentia dores muito fortes e precisava de morfina. Estava internada desde o dia 17 e piorou nesta semana.

Cibele na tarde de quinta-feira (24), enquanto a mãe ainda estava internada em outra unidade da cidade. A família segurou a notícia para poupar Maria. Mas o estado dela também se agravou.

Dez horas depois a família recebeu a ligação com a notícia da morte de Maria Elisabete. Um tio que já estava no velório de Cibele teve que ser avisado da segunda perda na mesma madrugada.

Para amigos e familiares, ficou a sensação dolorosa e ao mesmo tempo de conforto de que "nenhuma queria ver a outra morrer". As duas partiram quase juntas, sem se despedir.

MULHER QUE SERIA EXECUTADA SOBREVIVE A DUAS INJEÇÕES LETAIS NOS EUA E É LEVADA PARA HOSPITAL

A americana Christa Pike, de 50 anos, foi hospitalizada após sobreviver à aplicação de duas doses de injeção letal durante uma t...