quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

PRESIDENTE DE TAIWAN, LAI CHING-TE, É ATINGIDO POR VÔMITO DURANTE CERIMÔNIA DO ANO NOVO LUNAR EM TEMPLO (VEJA VÍDEO)

O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, foi atingido por vômito enquanto participava de uma cerimônia tradicional do Ano Novo Lunar em um templo no país.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa local, o chefe de Estado distribuía os tradicionais envelopes vermelhos, símbolo de prosperidade e boa sorte na cultura chinesa quando o presidente do templo, que discursava no momento, passou mal de forma repentina e acabou vomitando, atingindo parte do público e o próprio presidente.

Apesar do episódio inesperado, Lai Ching-te manteve a tranquilidade e não demonstrou irritação diante da situação. A equipe de apoio agiu rapidamente para prestar assistência ao líder religioso, que recebeu atendimento no local.

O incidente ocorreu durante as celebrações do Ano Novo Lunar, uma das datas mais importantes do calendário asiático, marcada por visitas a templos, rituais de agradecimento e distribuição de envelopes com dinheiro como gesto simbólico de bênção e prosperidade.

Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde do presidente do templo, mas o evento seguiu após a interrupção momentânea.




Brasil paralelo 

TRAGÉDIA NA BR-153: ÔNIBUS COM TRABALHADORES DO MARANHÃO TOMBA EM MARÍLIA E DEIXA OITO MORTOS E DEZENAS DE FERIDOS

O motorista do ônibus que tombou na Rodovia Transbrasiliana (BR-153), em Marília (SP), assumiu o risco de causar o acidente ao seguir viagem com um pneu a menos em um dos eixos traseiros. A conclusão é da Polícia Civil, que investiga a tragédia ocorrida na madrugada de segunda-feira (16), resultando na morte de oito trabalhadores rurais e deixando dezenas de feridos.

O veículo saiu do Maranhão com destino a Santa Catarina. O ônibus transportava trabalhadores que iriam trabalhar na colheira de maçã.

Condições precárias e imprudência
Segundo a delegada Renata Yumi, responsável pelo inquérito, o condutor tinha ciência de que o veículo operava em condições inseguras. A investigação apontou que um dos pneus já havia estourado antes mesmo de o ônibus entrar no estado de São Paulo, mas a viagem prosseguiu sem a reposição adequada.

Além da ausência de uma das rodas no eixo, que deveria ter duas, o coletivo apresentava outros problemas graves de manutenção. A perícia inicial identificou pneus carecas e faróis queimados, fatores que comprometeram a estabilidade e a segurança durante o trajeto interestadual.

Veículo operava sem autorização oficial

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou que o ônibus não possuía autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para realizar viagens de fretamento interestadual. A empresa proprietária tinha permissão apenas para operar linhas regulares, o que configura transporte irregular no caso do deslocamento dos trabalhadores rurais.

Outra irregularidade constatada foi a falta de uma lista oficial de passageiros, o que dificultou a identificação imediata das vítimas. O veículo transportava cerca de 48 pessoas que iriam atuar na colheita de maçãs na região Sul do país.

O número de mortos no acidente com ônibus na BR-153

Pelo menos oito pessoas morreram no acidente com ônibus na BR-153. Mais de 20 pessoas permanecem hospitalizadas em unidades de saúde de Marília e região. O motorista indiciado por homicídio com dolo eventual também se feriu e está sob escolta policial no hospital. Seis mortos no momento do acidente já foram identificados.

COM FORTUNA ESTIMADA EM R$ 1 BILHÃO, ENTENDA COMO RATINHO SE TORNOU DONO DA PRÓPRIA TV

O olhar afiado e tino para os negócios de Carlos Roberto Massa, conhecido como Ratinho, lhe renderam uma fortuna de R$ 1 bilhão e a própria TV

De origem humilde, Ratinho começou a trabalhar muito jovem no interior do Paraná e hoje figura como um dos empresários mais bem-sucedidos do país, ao lado de outros nomes históricos, como Silvio Santos, Hebe Camargo, entre outros.

A trajetória do comunicador começa quando ele buscava as primeiras oportunidades de trabalho, e com o tempo, a habilidade de se comunicar e o carisma o levaram ao rádio e depois à TV. A partir de 1990, com o Programa do Ratinho do SBT, seu nome se consolidou no cenário nacional, alcançando popularidade e audiência.

No estúdios, Ratinho transformou essa notoriedade em um império econômico. Ele é o fundador da Rede Massa, grupo que controlava dezenas de emissoras dezenas de emissoras de rádio e filiadas de televisão, especialmente no Paraná, de acordo com a revista Caras.

A Rede Massa hoje tem 77 emissoras de rádio e seis de TV afiliadas ao SBT, um dos maiores grupos regionais de comunicação do Brasil. Ratinho ainda expandiu seus negócios para outras áreas, como o setor hoteleiro.

O apresentador também atua no agronegócio, incluindo propriedades rurais e fazendas que fazem parte de sua estratégia de investimento de longo prazo. Ainda ativo na televisão, Ratinho mantém seu programa no SBT.
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BATALHA PELA SOBREVIVÊNCIA: COMO A NOVA CLÁUSULA DE BARREIRA PODE “APAGAR” PARTIDOS EM 2026

O cenário político se prepara para um novo "teste de vida ou morte" em 2026. A partir do próximo pleito, a cláusula de barreira aperta o cerco contra legendas que não atingirem o desempenho mínimo exigido pela Constituição. Não é apenas uma questão de ganhar eleição; é uma questão de manter os cofres abertos e a voz no rádio e na TV.

O que muda no jogo?
Para não ser considerado "irrelevante" na prática, o partido precisa bater metas claras. “Em 2026, a exigência sobe para 2,5% dos votos válidos nacionais para deputado federal, distribuídos em pelo menos nove estados, com mínimo de 1,5% em cada um deles, ou a eleição de pelo menos 13 deputados federais também espalhados por um terço das unidades da Federação (Constituição Federal, art. 17, §3º.”/Emenda Constitucional nº 97/2017). Sem isso, a sigla deixa de ter acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV previstos na Constituição, o que compromete sua estrutura nacional e sua capacidade de disputar eleições.

O aumento da régua eleva o desafio para legendas de médio porte, inclusive partidos com presença no eleitorado baiano, como PSB, PSOL e PDT, que precisarão manter desempenho nacional consistente para não correr riscos

O cientista político Sérgio Praça aponta que o sistema favorece os "gigantes": “Os partidos grandes estão tranquilos. A tendência é que eles atraiam mais deputados por terem mais dinheiro e projeção, dificultando a vida dos pequenos”, explica.

Estratégia no terreno

Lideranças como o deputado Mário Heringer (PDT) admitem que o clima é de atenção total. Segundo ele, o partido foca em fortalecer as bases estaduais para garantir que a legenda continue superando os obstáculos, como faz desde 2006. O plano é segurar quem já tem mandato e oxigenar a chapa com novas lideranças para garantir o número mínimo de deputados exigido pela cláusula de desempenho

Site: 24 horas 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

JOVEM É MORTA A FACADAS NO PIANCÓ; SUSPEITO MORRE AO PULAR DE JANELA DE PRÉDIO

Uma jovem, de 20 anos, foi morta a facadas na manhã desta segunda-feira (16), no Residencial Piancó 3, na região da Vila Embratel, em São Luís. A vítima foi identificada como Rafaela Aureliano Ribeiro Moraes, natural de Alcântara (MA).

Após o ataque, o principal suspeito teria fugido pulando a janela do prédio onde o casal estava. O homem acabou morrendo na fuga. De acordo com a Polícia Militar, ele foi identificado como Wesley Rickelme Garcia Silva, de 23 anos, que também era de Alcântara. 

Caso de feminicídio seguido de suicídio
“De acordo com as informações preliminares, o crime foi praticado pelo ex-namorado da vítima, que utilizou uma arma branca. Após o fato, o autor atentou contra a própria vida”, disse a Polícia Civil por meio de nota.

O caso gerou comoção entre moradores da área e será apurado para esclarecer todas as circunstâncias do crime.

Imirante 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

MONITORAMENTO INTELIGENTE MOSTRA NA PRÁTICA POR QUE INVESTIR EM SEGURANÇA É ESSENCIAL

HOMEM É FLAGRADO PELO VIDEOMONITORAMENTO DA GUARDA MUNICIPAL DE CAXIAS/MA EXIBINDO ARMA DE FOGO E ACABA PRESO EM FLAGRANTE

A ocorrência registrada na madrugada deste domingo (15) escancara uma verdade muitas vezes ignorada no debate público: segurança eficiente não nasce do improviso, mas de planejamento, tecnologia e decisão política. A atuação da Central de Videomonitoramento da Guarda Municipal de Caxias mostrou, na prática, como a prevenção pode ser a diferença entre tranquilidade e tragédia.

O sistema identificou um homem exibindo uma arma de fogo na Avenida Senador Alexandre Costa, em Caxias, fora da área oficial de revista do circuito carnavalesco. Não se tratava apenas de uma infração isolada. Era um risco concreto, 
em uma cidade que passava por um dos picos de público do ano.

Durante a abordagem, foi encontrada uma pistola PT638, da Taurus, calibre .380, com munições intactas. Sem documentação legal, o suspeito foi encaminhado para a delegacia da Polícia  civil de Caxias.

O que poderia ter acontecido?

Essa é a pergunta que precisa ser feita e respondida com seriedade. Em ambiente de festa popular, multidão e consumo de álcool, uma arma carregada não é apenas um objeto ilegal: é uma ameaça coletiva. Poderia ser usada em uma ação premeditada. Poderia ser usada em um conflito banal. Poderia transformar uma madrugada de festa em manchete nacional de tragédia.

E é exatamente aí que entra o papel das parcerias.

Segurança é escolha política e custo da omissão é humano

Investir em videomonitoramento, inteligência e presença preventiva das forças municipais não é luxo administrativo. É política pública essencial. É a diferença entre agir antes ou lamentar depois.

O episódio mostra que, quando existe estrutura, integração e vigilância estratégica, o crime perde espaço. Quando não existe, quem paga a conta é a população.

Em tempos em que se discute onde aplicar recursos públicos, casos como esse deixam um recado direto: prevenção salva vidas, evita traumas coletivos e protege a imagem da própria cidade.

Mais do que uma prisão, o que se viu foi um exemplo claro de política pública funcionando antes que o pior tivesse chance de acontecer.

VÍDEO:



domingo, 15 de fevereiro de 2026

MEI É USADO PARA SUBSTITUIR CLT E REDUZIR DIREITOS TRABALHISTAS

O Brasil precisa decidir, com urgência, qual modelo de trabalho quer para o seu futuro. O que nasceu como política pública de inclusão produtiva hoje caminha, perigosamente, para se tornar uma engrenagem silenciosa de precarização das relações trabalhistas.

O debate não é novo. Parlamentares como Kim Kataguiri já apontaram distorções no sistema. Mas a discussão ultrapassa ideologias e chega ao cotidiano de milhões de brasileiros que, na prática, viraram “empresários por obrigação”, não por escolha.

O Microempreendedor Individual foi criado para formalizar o pequeno trabalhador, o vendedor informal, o prestador de serviço autônomo. Funcionou. Ampliou acesso à previdência, crédito e formalização. Mas o país mudou e o modelo não acompanhou.

O congelamento do teto de faturamento, sem correção real pela inflação, é um erro econômico e social. Na prática, significa dizer que o Estado admite a perda do poder de compra do microempreendedor enquanto mantém regras rígidas de enquadramento fiscal. A própria Receita Federal do Brasil continua operando com limites que não refletem a economia real.

O resultado é perverso: quem cresce um pouco é punido com carga tributária maior. Quem quer entrar, muitas vezes já entra fora do limite. E quem depende do modelo para sobreviver aceita contratos via CNPJ sem qualquer segurança trabalhista.

No papel, isso é empreendedorismo.
Na prática, muitas vezes é sobrevivência.

O fenômeno da pejotização virou regra em vários setores. Empresas reduzem custos trabalhistas. Profissionais aceitam para não perder renda ou oportunidade. E o Estado assiste, acomodado, enquanto a linha entre autonomia e subordinação fica cada vez mais borrada.

O país precisa encarar uma verdade incômoda: o MEI não é mais apenas política de formalização. Ele virou peça estrutural de um novo modelo de trabalho — mais flexível para empresas, mais arriscado para trabalhadores.

E não se trata de acabar com o MEI. Seria um erro histórico. O programa ainda é essencial para milhões de brasileiros e para a economia local em cidades médias e pequenas espalhadas pelo Brasil.

O que precisa acabar é a ilusão de que o modelo atual está funcionando perfeitamente.

Sem atualização automática pela inflação, sem revisão dos limites e sem debate sério sobre uso do MEI como substituto de emprego formal, o país corre o risco de consolidar um mercado de trabalho cada vez mais frágil.

A pergunta central deixou de ser econômica.
Virou política.

O Brasil quer estimular empreendedorismo real  ou institucionalizar o “CNPJ de necessidade”?

Qual o limite de faturamento do MEI em 2026? Cuidado para não ser excluído


PRESIDENTE DE TAIWAN, LAI CHING-TE, É ATINGIDO POR VÔMITO DURANTE CERIMÔNIA DO ANO NOVO LUNAR EM TEMPLO (VEJA VÍDEO)

O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, foi atingido por vômito enquanto participava de uma cerimônia tradicional do Ano Novo Luna...