sábado, 9 de maio de 2026

YPÊ REGISTRA RECORDE DE VENDAS APÓS NOTA DA ANVISA E REFORÇA CONFIANÇA DO CONSUMIDOR BRASILEIRO

A empresa Ypê divulgou nesta sexta-feira (09) um comunicado oficial informando que alcançou um recorde histórico de vendas em todo o território nacional. Segundo a fabricante de produtos de limpeza, o crescimento ultrapassou 300% da média registrada nos últimos anos, logo após a repercussão de uma nota emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No documento, a diretoria executiva da empresa agradeceu a confiança dos consumidores brasileiros e destacou que o resultado demonstra a força da marca construída ao longo de décadas no mercado nacional.

De acordo com a nota, a empresa reafirma o compromisso com a transparência, qualidade e segurança de seus produtos, ressaltando que a resposta positiva do público mostrou a credibilidade conquistada junto aos consumidores.

O episódio também reacendeu debates sobre disputas comerciais no setor industrial. Entendidos em mercado avaliam que, em muitos casos, grandes marcas acabam enfrentando forte pressão competitiva quando atingem altos índices de popularidade e liderança de vendas. Nessas situações, rumores, interpretações precipitadas e até campanhas negativas podem surgir com o objetivo de desgastar a imagem da empresa perante a opinião pública.

Apesar da repercussão envolvendo a nota da Anvisa, a reação popular acabou favorecendo a marca, com milhares de consumidores demonstrando apoio nas redes sociais e intensificando a procura pelos produtos da empresa em supermercados e atacadistas.

A direção da Ypê destacou ainda que continuará trabalhando para manter a confiança do consumidor e fortalecer sua posição entre as principais marcas de produtos de limpeza do país.

UNIÃO ENTRE MARINHO E COUTINHO COMEÇA COM DIVERGÊNCIAS E POUCA CONSISTÊNCIA POLÍTICA

Os grupos políticos Marinho e Coutinho, que historicamente trilharam caminhos distintos na política de Caxias, vivem atualmente um movimento de aproximação considerado inédito nos bastidores eleitorais. Apesar do discurso de união e fortalecimento político, a articulação ainda demonstra pouca consistência prática e já enfrenta divergências internas envolvendo liderança, espaço político e possíveis nomes para representar o grupo nas próximas disputas.

Nos bastidores, aliados reconhecem que a aproximação tem sido marcada mais por interesses circunstanciais do que por um projeto sólido voltado à população. A falta de alinhamento entre lideranças e a ausência de resultados concretos reforçam a percepção de que a união pode ter prazo curto de validade.

Analistas políticos avaliam que o grupo tenta construir uma narrativa de força, mas encontra dificuldades para manter unidade diante de interesses particulares e disputas internas. A situação lembra o conhecido ditado popular: “sair do nada para chegar a lugar nenhum”, expressão que resume o sentimento de parte do eleitorado em relação à movimentação política.

Mesmo antes de qualquer consolidação oficial, já existem sinais de desgaste e insatisfação entre integrantes das duas alas. O cenário aponta para uma aliança instável, com possibilidade de rompimento em um futuro próximo, especialmente diante da disputa por protagonismo e do desafio de manter equilíbrio entre interesses individuais e objetivos coletivos.

Enquanto isso, parte da população acompanha o movimento com desconfiança, cobrando propostas concretas e ações que tragam resultados reais para o município, em vez de articulações vistas apenas como estratégias de sobrevivência política.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

PESQUISA APONTA QUE 90% DOS BRASILEIROS APOIAM REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL PARA 16 ANOS

Uma pesquisa recente divulgada em maio de 2026 pelo instituto Real Time Big Data revelou que a ampla maioria da população brasileira é favorável à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. De acordo com o levantamento, 90% dos entrevistados apoiam a mudança na legislação.

O estudo mostra ainda que apenas 8% dos brasileiros se declararam contrários à redução da maioridade penal, enquanto 2% não souberam ou preferiram não responder.

O alto índice de aprovação reflete o crescente debate nacional sobre segurança pública, criminalidade e responsabilização de adolescentes envolvidos em crimes graves. O tema volta a ganhar força diante do aumento da sensação de insegurança em várias regiões do país e das discussões no Congresso Nacional sobre possíveis mudanças no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Defensores da proposta afirmam que adolescentes de 16 e 17 anos já possuem consciência suficiente de seus atos e, por isso, deveriam responder criminalmente como adultos em determinados casos. 

A discussão continua dividindo especialistas em segurança, juristas e entidades de defesa dos direitos humanos, mas a pesquisa evidencia que a proposta conta atualmente com forte apoio popular no Brasil.




PMs SÃO AFASTADOS APÓS REPERCUSSÃO DO CASO DA PATROA QUE AGREDIU DOMÉSTICA NO MA

Quatro policiais militares que atenderam a ocorrência de agressão, envolvendo a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos e uma empregada doméstica grávida, foram afastados das funções. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Maranhão.

O afastamento ocorreu após a divulgação de áudios enviados pela própria empresária em um grupo de mensagens, obtidos com exclusividade pela TV Mirante. Nos áudios, Carolina descreve as agressões que fez contra a vítima e afirma que não foi levada à delegacia, pois um dos policiais envolvidos na ocorrência seria seu amigo.

De acordo com Carolina, o policial, que não teve o nome divulgado, teria dito que, devido aos hematomas visíveis no corpo da vítima, ela deveria ter sido conduzida à delegacia, o que não aconteceu.

“Parou uma viatura no meio da rua, eles vieram aqui de manhã. Mas veio um policial que me conhecia. Sorte minha, né? E sorte dela também. Aí eu expliquei para ele o que tinha acontecido. Aí ele disse: ‘Carol, se não fosse eu, eu teria que te conduzir para a delegacia, porque ela está cheia de hematomas’. Aí eu disse: ‘era para ter ficado era mais, não era para ter saído viva’”, afirmou Carolina.

terça-feira, 5 de maio de 2026

LAHESIO REBATE TAKASHI E REVELA PROPOSTA DO PSD POR DESISTÊNCIA DE CANDIDATURA

O pré-candidato ao Governo do Maranhão pelo Novo, Lahésio Bonfim, afirmou ter recebido uma proposta do PSD, partido do ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide, para desistir da disputa pelo Palácio dos Leões nas eleições de 2026.

A declaração foi feita em entrevista à blogueira Angra Nascimento, do portal Angra Notícias. Segundo Lahésio, o convite envolvia a filiação ao PSD e a mudança de plano eleitoral, com candidatura à Câmara dos Deputados.

“O convite foi: ‘venha para o PSD. Nós vamos dar dinheiro, e você será candidato a federal’”, relatou.

A declaração foi dada em resposta a comentários do ex-candidato a prefeito de Imperatriz Nilson Takashi, a respeito da sua mudança de rumo e adesão à campanha de Braide

Gilberto léda

POLÍCIA CIVIL PRENDE FORAGIDO DA JUSTIÇA EM CAXIAS

A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Delegacia Regional de Caxias, prendeu na tarde da última quinta-feira (30) um homem identificado pelas iniciais C.A.C., de 34 anos, que estava foragido da Justiça.

A ação foi realizada em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 3ª Vara de Execuções Penais de São Luís. O suspeito havia sido condenado a 12 anos de reclusão pelo crime de roubo majorado, cometido em 2022, no município de Caxias. Segundo a polícia, ele estava foragido desde 2025.

A prisão ocorreu após informações repassadas pelo setor de inteligência do Departamento de Combate ao Crime Organizado da SEIC, que indicavam o retorno do foragido à cidade. A partir disso, equipes da Delegacia Regional iniciaram diligências e monitoramento, conseguindo localizar o suspeito em um bar no bairro Ponte.

Após a prisão, o homem foi conduzido para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado à Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Caxias, onde permanecerá à disposição da Justiça.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

NOVE ESTADOS TÊM MAIS BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA DO QUE TRABALHADORES COM CARTEIRA ASSINADA; MARANHÃO CONTINUA EM PRIMEIRO


Um levantamento recente aponta um cenário preocupante no mercado de trabalho brasileiro: em pelo menos nove estados, o número de pessoas que recebem o Bolsa Família supera o total de trabalhadores com carteira assinada. A concentração está principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

De acordo com os dados, o Maranhão lidera o ranking, com cerca de 460 mil pessoas a mais no programa social do que empregados formais. Em seguida aparecem o Pará (232 mil), Piauí (163 mil) e Bahia (85 mil). Completam a lista a Paraíba (76 mil), Amazonas (21 mil), Alagoas (20 mil), Acre (8 mil) e o Amapá (8 mil).

O cenário revela uma combinação de fatores históricos, como desigualdade regional, baixa industrialização e altos índices de informalidade. Em muitos desses estados, grande parte da população trabalha sem carteira assinada, o que reduz os números formais e amplia a dependência de programas sociais.

Especialistas apontam que o Bolsa Família cumpre um papel essencial no combate à pobreza e na garantia de renda mínima, sobretudo em regiões onde o mercado de trabalho é mais frágil. Sem o benefício, milhões de famílias estariam em situação de extrema vulnerabilidade.

O financiamento do Bolsa Família vem do orçamento da União, alimentado principalmente pelos impostos pagos por toda a sociedade. Tributos sobre consumo, renda e produção formam a base que sustenta programas sociais desse tipo.

Na prática, isso significa que trabalhadores formais, empresas e até consumidores, ao pagar impostos embutidos em produtos, contribuem para manter o benefício. É um modelo de redistribuição de renda, comum em diversos países, mas que exige equilíbrio fiscal.

O crescimento do número de beneficiários em relação ao emprego formal levanta um alerta sobre a sustentabilidade do sistema. Entre os principais desafios estão:

- Baixa geração de empregos formais, especialmente fora dos grandes centros;
- Alta carga tributária aliada a dificuldades para crescimento econômico;
- Dependência prolongada de programas sociais, sem transição para o mercado de trabalho;
- Pressão sobre as contas públicas, principalmente em períodos de desaceleração econômica.

Economistas alertam que, sem políticas eficazes de geração de emprego e renda, o país pode enfrentar dificuldades para manter e ampliar benefícios sociais no longo prazo. O risco não está no programa em si, mas no desequilíbrio entre quem contribui e o número de dependentes.

Para reduzir essa dependência, especialistas defendem investimentos em educação, qualificação profissional, incentivo à indústria e apoio ao empreendedorismo. A ideia é transformar beneficiários em contribuintes ativos da economia.

O desafio do Brasil, portanto, não é apenas manter o Bolsa Família, mas criar condições para que cada vez menos pessoas precisem dele no futuro, sem deixar de garantir proteção a quem realmente necessita.

YPÊ REGISTRA RECORDE DE VENDAS APÓS NOTA DA ANVISA E REFORÇA CONFIANÇA DO CONSUMIDOR BRASILEIRO

A empresa Ypê divulgou nesta sexta-feira (09) um comunicado oficial informando que alcançou um recorde histórico de vendas em to...