segunda-feira, 31 de agosto de 2026

JUSTIÇA SUSPENDE RESULTADO DE EDITAL DE R$ 18,9 MILHÕES PARA ANIVERSÁRIO DE SÃO LUÍS

A Justiça suspendeu o resultado do edital destinado à realização do Aniversário de São Luís 2026 e do Festival Negritude, parceria avaliada em R$ 18,975 milhões. Com a decisão liminar, o Instituto de Estudos Sociais e Terapias Integrativas (IESTI) voltou provisoriamente à primeira colocação do processo seletivo.

A medida foi assinada pelo juiz Osmar Gomes dos Santos, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de São Luís. O magistrado suspendeu a retificação do edital, a reavaliação das propostas e o resultado publicado em 18 de agosto, que havia declarado o Instituto Cultural Nossa Senhora de Fátima (ICNSF) como primeiro colocado.

A informação é da Folha do Maranhão.

No resultado inicial, divulgado em 6 de agosto, o IESTI alcançou 77,63 pontos e liderou a seleção. Após recurso apresentado pelo Instituto IGA, porém, a Secretaria Municipal de Cultura anulou parcialmente o procedimento e autorizou as cinco entidades participantes a apresentar novas propostas ou reformular os documentos entregues anteriormente.

Com a reabertura do processo depois de divulgada a primeira classificação, uma nova análise foi realizada em 13 de agosto. Nessa etapa, o ICNSF obteve 87,1 pontos e assumiu a liderança. O IESTI aumentou sua pontuação para 83,9, mas caiu para a segunda posição.

Segundo a decisão judicial, um parecer técnico da Secretaria Municipal de Informação e Tecnologia identificou apenas uma falha pontual no formulário eletrônico, que não disponibilizava campo específico para anexar o Plano de Trabalho. O documento, contudo, não confirmou a existência de instabilidade generalizada, perda de arquivos ou comprometimento das inscrições.

Para o juiz, a administração municipal adotou uma providência mais ampla do que o problema exigia ao permitir que as entidades reformulassem suas propostas depois de conhecida a classificação inicial. A decisão também aponta ausência de contraditório, fundamentação incompleta das notas e alteração posterior dos critérios utilizados no segundo julgamento.

Com a liminar, a Secretaria Municipal de Cultura deverá retomar o procedimento na fase de análise dos recursos administrativos, ouvir as entidades interessadas e apresentar fundamentação individualizada para as notas. A pasta não poderá permitir a apresentação, substituição ou complementação de propostas.

A nova avaliação deverá considerar exclusivamente os documentos enviados dentro do prazo originalmente estabelecido pelo edital.

Até a conclusão regular da fase recursal, permanece restabelecido o resultado de 6 de agosto, com o IESTI na primeira colocação. O magistrado ressaltou, entretanto, que a decisão não torna definitiva a classificação nem autoriza o Judiciário a atribuir notas às propostas.

As autoridades responsáveis terão 48 horas para cumprir a determinação e dez dias para prestar informações. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente a 30 dias.

O ICNSF e o Instituto IGA também deverão integrar o processo e apresentar manifestação. A liminar foi concedida no âmbito de um mandado de segurança.

EPIDEMIOLOGISTA FAZ ALERTA GRAVE: “VACINAS” CONTRA A COVID-19 PODEM TER CAUSADO ATÉ 840 MIL MORTES NOS EUA

Nicolas Hulscher, da McCullough Foundation, questiona dados de segurança dos imunizantes e cobra investigação sobre possível subnotificação de eventos adversos

NEWARK, NOVA JERSEY, EUA — Uma declaração do epidemiologista Nicolas Hulscher, administrador da McCullough Foundation, reacendeu o debate sobre os possíveis efeitos adversos das vacinas contra a Covid-19 nos Estados Unidos.

Hulscher afirma que os imunizantes podem ter provocado entre 470 mil e 840 mil mortes de americanos, número que, segundo ele, superaria as baixas combinadas dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial, Guerra do Vietnã e Guerra do Iraque.

As estimativas citadas pelo epidemiologista seriam baseadas em análises de excesso de mortalidade, informações do Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Vacinas (VAERS), ajustes relacionados à possível subnotificação e outros estudos utilizados por pesquisadores que questionam a segurança dos imunizantes.

Além dos questionamentos sobre os números de mortes, Hulscher faz acusações contra a Food and Drug Administration (FDA), agência responsável pela regulamentação de medicamentos e vacinas nos Estados Unidos.

Segundo o epidemiologista, comunicações internas da agência poderiam indicar que informações relacionadas à segurança das vacinas teriam sido ocultadas ou minimizadas.

Hulscher classifica o episódio como uma possível das maiores catástrofes biomédicas da história e defende que eventuais responsabilidades sejam investigadas, inclusive na esfera criminal, caso sejam encontradas evidências de irregularidades.

As declarações levantam uma questão central: quantas mortes realmente podem ser atribuídas às vacinas contra a Covid-19 e quantas ocorreram por outras causas após a vacinação?

Especialistas destacam que o VAERS registra acontecimentos ocorridos após a vacinação, mas uma notificação no sistema não significa automaticamente que a vacina tenha causado a morte ou o evento adverso. Para estabelecer causalidade, são necessárias análises epidemiológicas e científicas específicas.

Da mesma forma, o excesso de mortalidade é utilizado para identificar mudanças no padrão de óbitos de uma população, mas não permite, isoladamente, determinar a causa de cada morte registrada.

Por isso, a estimativa apresentada por Hulscher precisa ser analisada à luz da metodologia utilizada, de estudos independentes e de dados oficiais de mortalidade e farmacovigilância.

Para Hulscher e pesquisadores associados à McCullough Foundation, a dimensão das suspeitas justificaria uma investigação independente e transparente sobre os sinais de segurança registrados durante a campanha de vacinação contra a Covid-19.

O caso coloca novamente em discussão a necessidade de transparência dos dados, fiscalização dos órgãos reguladores e investigação de possíveis falhas na identificação e comunicação de eventos adversos.

Até que as alegações sejam submetidas a investigações independentes e evidências capazes de estabelecer relação causal, os números apresentados pelo epidemiologista devem ser tratados como estimativas e alegações, e não como mortes comprovadamente causadas pelas vacinas.

Texto: Jornalista Rodolfo Oliveira
Newark, New Jersey, United States

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terça-feira, 25 de agosto de 2026

QUAEST/TV MIRANTE: 64% AINDA NÃO DECIDIRAM EM QUEM VOTAR PARA GOVERNADOR DO MARANHÃO

A menos de 41 dias das eleições, 64% dos eleitores maranhenses ainda não sabem em quem votar para governador quando precisam apontar espontaneamente um candidato. O dado consta da pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (24) e revela um cenário de forte indefinição na disputa pelo Palácio dos Leões.

Na pesquisa espontânea, modalidade em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Eduardo Braide (PSD) aparece com 21% das intenções de voto. Orleans Brandão (MDB) tem 13%, enquanto Felipe Camarão (PT) registra 1%.

Outros candidatos não pontuaram. Branco, nulo ou aqueles que afirmam que não vão votar representam 1%. O maior grupo, porém, é formado pelos indecisos: 64% ainda não conseguem apontar espontaneamente um nome para o Governo do Maranhão.

O resultado apresenta um quadro bem diferente daquele observado no cenário estimulado da mesma Quaest. Quando os entrevistados recebem uma lista com os candidatos, Braide alcança 44%, Orleans chega a 25%, Camarão tem 6%, Roberto Rocha (PRTB) aparece com 3% e André Luís (Missão), com 1%.

A diferença entre as duas modalidades mostra que uma parcela expressiva do eleitorado manifesta preferência quando confrontada com os nomes dos candidatos, mas ainda não consolidou essa escolha a ponto de mencioná-la espontaneamente.

O índice de 64% também coloca a reta final da campanha no centro da disputa. Com quase dois terços do eleitorado ainda sem citar espontaneamente um candidato, as próximas semanas abrem espaço para mudanças no cenário, à medida que as campanhas ampliam a presença nas ruas, intensificam agendas nos municípios e aumentam a exposição no rádio, na televisão e nas redes sociais.

Nesse contexto, a capacidade dos candidatos de alcançar o eleitor que ainda não consolidou sua escolha pode assumir peso importante. A campanha eleitoral entra justamente no período de maior exposição dos concorrentes, com apresentação de propostas, participação em atos políticos e busca pelo contato direto com a população.

Os números também recomendam cautela na interpretação da vantagem registrada por Braide no cenário estimulado. Embora o candidato do PSD apareça na liderança tanto na estimulada quanto na espontânea, o elevado percentual de indecisos nesta última indica que uma parcela majoritária do eleitorado ainda não manifesta uma preferência consolidada sem receber previamente a lista de candidatos.

A Quaest ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado sob os números MA-02558/2026 e BR-01389/2026.

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

DEPOIS DA OPERAÇÃO CONTRA FONTE JORNALÍSTICA, MINISTROS DO SUPREMO DEFENDEM A LIBERDADE DE IMPRENSA

O presidente do STF - Supremo Tribunal Federal defendeu nesta quinta-feira (13) a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte jornalística. O ministro Luiz Edson Fachin se referiu a uma investigação contra a fonte de uma reportagem sobre o ministro Flávio Dino.

Na abertura da sessão, o presidente do Supremo, Edson Fachin, manifestou solidariedade a Flávio Dino. Apoiou as investigações sobre as ameaças ao ministro e em seguida fez uma defesa contundente à liberdade de imprensa e ao respeito ao sigilo da fonte jornalística. Fachin reafirmou o compromisso constitucional do STF com as liberdades fundamentais:

“A presidência do Supremo Tribunal Federal, em nome deste tribunal, manifesta solidariedade ao ministro Flávio Dino e reconhece que ameaças à segurança física dos ministros e familiares devem ser apuradas com rigor. O Supremo Tribunal Federal, ao mesmo tempo, como não poderia deixar de ser, reafirma seu compromisso irrenunciável com a Constituição, com o respeito às liberdades fundamentais, sobretudo com a liberdade de imprensa e com o direito fundamental dos jornalistas ao sigilo de fonte. Seus ministros não têm se afastado e não se afastarão do compromisso com esses direitos. A apuração de eventuais ilícitos deve dirigir-se, e certamente vai dirigir-se, à conduta que constitui objeto da investigação, jamais à atividade jornalística legítima, exercida no cumprimento de sua função constitucional”.

Na terça-feira (11), a Polícia Federal apreendeu equipamentos e documentos de Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão. A PF investiga se Raimundo Cutrim é a fonte do jornalista Luís Pablo, acusado de perseguir o ministro do STF Flávio Dino com as publicações feitas em 2025. Os investigadores chegaram ao nome de Raimundo Cutrim depois de apreenderem em março dois celulares, um notebook e um pen drive do jornalista.

Outro alvo da operação de terça-feira (11) foi o advogado e ex-secretário municipal de Urbanismo e Habitação Diogo Diniz Lima. A investigação identificou uma transferência de R$ 100 mil de Diogo para o jornalista. A PF quer saber se os pagamentos estão relacionados a publicações de interesse do grupo de Raimundo Cutrim.

Nesta quinta-feira (13), após a fala de Fachin, o ministro Flávio Dino agradeceu a solidariedade do tribunal e disse que é preciso separar a investigação de possíveis crimes do exercício legítimo do jornalismo:

“Agradeço a manifestação de Vossa Excelência em nome do tribunal, que repõe os fatos nos dois trilhos adequados. O primeiro é aquele relativo à legítima investigação de hipotéticos crimes. O outro é a proteção que existe, e sempre existirá, ao regular exercício da profissão, e não obviamente a eventuais coautorias de delitos. Mas claro que, como Vossa Excelência disse, o colegiado irá se pronunciar, mas com certeza com zelo à nossa jurisprudência, eu diria até quase centenária, de proteção à liberdade de imprensa”.
O ministro Alexandre de Moraes, que autorizou as operações da PF, disse que há provas da existência de crimes e afirmou que o Supremo defende a liberdade de imprensa:

“É uma prática ostensiva de vários crimes que estão sendo apurados, inclusive o crime de perseguição. Tanto a representação da Polícia Federal, quanto o parecer da Procuradoria-Geral da República indicaram prova cabal de materialidade e fortes e concretos indícios de autoria criminosa dos investigados. Uma coisa é o sigilo de fonte. Outra coisa é a prática criminosa contra, seja autoridades ou pessoas da sociedade. Não confundamos jornalistas investigativos com jornalistas investigados pelas práticas criminosas. O Supremo Tribunal Federal continuará a garantir todos os direitos constitucionalmente consagrados à imprensa e seus profissionais”.

A ministra Cármen Lúcia reforçou a proteção constitucional à liberdade de imprensa e ao sigilo da fonte:

“Tenho a convicção de que ninguém aqui tem qualquer tipo de dúvida sobre isso, menos ainda sobre sigilo de fonte. O inciso 14 do artigo 5º é taxativo. Garantido o direito à informação, como direito fundamental a todo mundo. Garantido o sigilo de fonte quando necessário à atuação profissional. A liberdade de imprensa não está e nem pode ser posta em questão. Como o direito ao sigilo da fonte também não pode ser colocado em questão. Acho que somos intransigentes quanto a isso”.

A operação de terça-feira (11) provocou reações de associações de imprensa. As organizações manifestaram preocupação com a violação do sigilo da fonte, amparado na Constituição e afirmaram que ações desse tipo abrem precedentes que ameaçam a liberdade de imprensa e não condizem com o Estado Democrático de Direito.

G1

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

CHACINA POR DÍVIDA DE R$ 250 MIL: QUATRO HOMENS SÃO MORTOS A TIROS E TRIO SUSPEITO FOGE

Uma chacina deixou quatro homens mortos em São João D’Aliança, no interior de Goiás, na última terça-feira (11). Segundo a Polícia Civil, as vítimas foram até o local para cobrar uma dívida de R$ 250 mil relacionada à compra de um caminhão, mas acabaram recebidas a tiros.

Gustavo Fernandes Graça, Luiz Antônio Rodrigues, André Luiz Ferreira Silva e Gustavo Aurélio Miguel foram mortos em uma chacina em São João D’Aliança, Goiás. 
Os quatro homens morreram ainda no local. O crime aconteceu por volta das 14h, em plena luz do dia, e mais de 30 disparos teriam sido efetuados.

Entre as vítimas está Gustavo Fernandes Graça, de 30 anos, que havia ocupado o cargo de secretário municipal de Agricultura e Transportes de São João D’Aliança. O município decretou luto oficial de três dias pela morte do ex-secretário.

Também morreram Luiz Antônio Rodrigues, de 58 anos; André Luiz Ferreira Silva, de 41; e Gustavo Aurélio Miguel, de 31 anos.

Trio é suspeito da chacina
De acordo com a investigação, os principais suspeitos são um policial militar da reserva, o filho e o sobrinho dele. Os três estão foragidos.

A Polícia Civil informou que, antes da chacina, as próprias vítimas haviam registrado um boletim de ocorrência por estelionato contra o grupo suspeito.

A investigação apura as circunstâncias da cobrança da dívida e a motivação do ataque. Os quatro homens teriam ido até o local justamente para tentar receber os R$ 250 mil referentes à negociação de um caminhão.

Caso lembra chacina no Paraná
A chacina de Goiás tem semelhanças com um caso que chocou o interior do Paraná há cerca de um ano.

Em Icaraíma, quatro homens também foram mortos durante uma tentativa de cobrança de uma dívida. Na ocasião, o valor envolvido era de aproximadamente R$ 255 mil.

Assim como no caso de São João D’Aliança, os suspeitos da chacina ocorrida em Icaraíma também seguem foragidos.

As investigações dos dois casos são conduzidas pelas autoridades policiais dos respectivos estados.

Fonte: BandaB

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

BRIGA POR PODA DE PÉ DE MANGA ACABA COM TIROS E DUAS MORTES EM MG

Dois homens, identificados como Miguel Chagas da Silva, de 76 anos, e Eberto Silvestre Guimarães Barro, de 41 anos, foram mortos em meio a uma discussão pela poda de um pé de manga na divisa da terra dos dois em Córrego do Belém, na zona rural de São Domingos das Dores, Minas Gerais.

Os dois homicídios ocorreram nesta terça-feira (11/8), no município no Vale do Rio Doce. A briga ocorreu porque Eberto, acompanhado de seu filho, foi cortar a árvore na divisa entre as duas propriedades rurais.

Incomodado, Miguel foi ao local e, num dado momento, sacou um revólver e atirou contra Eberto, que acabou morrendo no local. O momento foi filmado pelo filho.

O mesmo filho entrou em luta corporal com o idoso, tomou a arma dele e deu um tiro. O homem foi socorrido a um hospital, mas também morreu.

O filho de Eberto esperou a chegada da polícia ao local. Não há informações até o momento sobre prisão ou não dele, cuja defesa não foi encontrada para comentar o caso. O espaço está aberto.

Os corpos das vítimas de homicídio foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Caratinga e a Polícia Civil está investigando o caso.


POLÍCIA CIVIL EM CAXIAS DEVOLVE 77 CELULARES RECUPERADOS DE ROUBOS E FURTOS

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional de Caxias e do 1º Distrito Policial de Caxias, realizou nesta terça-feira (11) a devolução de 77 aparelhos celulares que haviam sido roubados ou furtados e foram recuperados durante o ano de 2026.

A ação faz parte do programa “Meu Celular de Volta”, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão, por intermédio da Polícia Civil, com o objetivo de localizar aparelhos subtraídos e devolvê-los aos seus legítimos proprietários.

Somente em 2025, a Delegacia Regional e o 1º Distrito Policial de Caxias recuperaram 127 aparelhos celulares, todos posteriormente devolvidos aos respectivos proprietários.

Segundo a Polícia Civil, parte dos aparelhos recuperados neste trabalho foi localizada em outras cidades do Maranhão e também em outros estados, como Piauí e Santa Catarina.

Além da recuperação dos celulares, a Polícia Civil destaca que o trabalho busca identificar e responsabilizar criminalmente os autores dos roubos e furtos, bem como pessoas envolvidas na aquisição e comercialização de aparelhos de origem ilícita.

A corporação ressalta que as ações de combate a esse tipo de crime são realizadas de forma contínua, com o objetivo de recuperar os bens das vítimas e combater toda a cadeia relacionada ao comércio ilegal de celulares.



JUSTIÇA SUSPENDE RESULTADO DE EDITAL DE R$ 18,9 MILHÕES PARA ANIVERSÁRIO DE SÃO LUÍS

A Justiça suspendeu o resultado do edital destinado à realização do Aniversário de São Luís 2026 e do Festival Negritude, parcer...