quinta-feira, 1 de abril de 2021

NIKE NEGA PARCERIA COM RAPPER QUE LANÇOU TÊNIS SATANISTA COM SANGUE HUMANO


O Rapper Lil Nas X, após a divulgação do clip “MONTERO (Call Me By Your Name)” na última sexta-feira (26), lançou o “Satan Shoes” (calçados de satanás, em tradução livre). A iniciativa, uma parceria entre o rapper e a empresa MSCHF, resultou em uma versão customizada do modelo Nike Air Max 97, da Nike. A empresa de calçados, porém, nega a parceria.

O tênis, customizado pela empresa MSCHF com um pentagrama de bronze, uma cruz invertida e uma gota de sangue humano, causou polêmica rapidamente. Diversas pessoas e entidades se levantaram nas redes sociais contra o projeto satanista.

Em uma declaração à CNN, a Nike, porém, garantiu que não estava envolvida na criação dos tênis customizados pela empresa MSCHF.

“Não temos nenhum relacionamento com Lil Nas X ou com a MSCHF. A Nike não projetou ou lançou esses tênis, tampouco o endossou”, declarou a empresa de calçados. O grupo MSCHF também confirmou à CNN que a Nike “não estava envolvida nisso de forma alguma”.

https://twitter.com/saint/status/1375532655551389696?s=20

terça-feira, 9 de março de 2021

'IVERMECTINA TEM PODER DE PARAR PANDEMIA'. DIZ INFECTOGISTA




Em entrevista à rádio 98 FM
 Natal no início de fevereiro, a infectologista Roberta Lacerda, integrante da Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN), fez um alerta sobre o tratamento precoce contra a praga chinesa.

Lacerda aponta que a população está sendo enganada pelas informações de que não existe tratamento precoce contra a Covid-19. A Associação Médica do RN (AMRN) é um dos grupos que defendem o uso da ivermectina no combate à Covid-19.

A médica explicou que o posicionamento da Associação baseia-se em estudos científicos que analisaram o uso do medicamento em mais de 10 mil pacientes.

“Não foi a Associação Médica do RN quem fez essa afirmação. Nós só reverberamos o que diz uma metanálise feita e proposta por pesquisadores que estão acumulando evidências”, explicou.

De acordo com ela, a ivermectina tem poder de parar a pandemia. Roberta Lacerda menciona médica inglesa Tess Lawrie, diretora da Consultoria de Medicina Baseada em Evidências. “Os números estão lá e existe uma matemática de respeitabilidade em boa parte dos estudos que estão publicados ou em pré-publicação”.

Em certo momento da entrevista, a médica ressaltou a estranheza dos altos investimentos aplicados à criação de uma vacina e que, por outro lado, pouco ou nenhum recurso foi destinado para estudos sobre a eficácia de remédios já disponíveis no mercado e que são, além de tudo, muito baratos.

E explicou: “Ninguém está interessado em investir em pesquisa com remédio de pobre. A Merck Sharp and Dohme, que fez esse comunicado dizendo que a ivermectina não tinha plausibilidade científica no tratamento da Covid, nunca ganhou dinheiro com ivermectina humana. A ivomec, que é a ivermectina veterinária, foi, sim, o medicamento mais vendido no mundo veterinário e que mudou, de uma forma segura, a qualidade dos rebanhos, tratando as parasitoses do gados. Em 1991, ela perdeu a patente, e desde o início, quando na década de 80 passou a ser usada para tratar em massa populações na África, na América e no Sudeste Asiática, foi feito uma acordo com a OMS para dar de graça esse remédio. E o plano para a erradicação da oncocercose só termina em 2025…”

Lacerda criticou a cobertura da extrema-imprensa em relação aos estudos positivos envolvendo a ivermectina. Segundo ela, há “uma completa ausência de interesse por parte da mídia em se aprofundar nos estudos que atestam a eficácia do medicamento no tratamento da Covid-19”.

O assunto foi comentado no Boletim da Manhã desta terça-feira (9). O jornalista Max Cardoso salientou que a imprensa esconde de seus leitores este tipo de informação.

“Não há outra palavra, eles escondem de você. E isso é um argumento que qualquer pessoa entende. Perguntem para os seus amigos por que essa médica não pode aparecer na Globo e nos outros lugares? Por que ninguém pode falar disso? O que ela está falando faz sentido para você ou não? É bom senso!”, analisou.

domingo, 17 de janeiro de 2021

PM DO AMAZONAS APREENDE 45 CILINDROS DE OXIGÊNIO EM BARCO


A Polícia Militar do Amazonas apreendeu 45 cilindros de oxigênio em um barco no Porto de São Raimundo, em Manaus, no Amazonas. A operação aconteceu na noite de quinta-feira (14) por policiais militares da 5ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom).

Um homem de 44 anos foi detido tentando transportar o insumo hospitalar de forma irregular.

Os agentes foram acionados às 22h e receberam a informação de que um barco ancorado no porto com a carga estaria partindo para o município de Juruá.

Os equipamentos foram inspecionados e levados para hospitais.

Informações: Agora Notícias Brasil / Backup.

POMPEO PEDE INVESTIGAÇÃO SOBRE ORIGEM DO COVID-19 À OMS


Mike Pompeo, secretário de Estado americano, pediu à Organização Mundial da Saúde (OMS) uma investigação completa, que esgote todas as possibilidades, sobre a possível origem do Covid-19 em um laboratório em Wuhan, na China.

De acordo com ele, a inteligência dos EUA levanta questões importantes, informou DailyMail em matéria publicada neste sábado (16).

Na sexta-feira à noite Pompeo falou ao público. Pouco mais de 24 horas após uma equipe de pesquisa da OMS chegar em Wuhan, onde investiga o laboratório sobre pesada vigilância e supervisão chinesa.

Ao revelar informações novas envolvendo o Instituto de Virologia de Wuhan (WIV) na origem da pandemia, o secretário disse que “Pequim continua hoje a reter informações vitais que os cientistas precisam para proteger o mundo deste vírus mortal, e do próximo“.

Segundo a inteligência americana, pesquisadores do laboratório adoeceram no outono de 2019 com sintomas de Covid-19, cientistas trabalhavam com um coronavírus de morcego, 96,2% geneticamente semelhante ao vírus que causa a Covid, e, o laboratório tem ligações secretas com militares chineses, diz o DailyMail.

A hipótese de Pompeo é que o vírus não foi feito pelo homem, mas que se trate de um fenômeno natural que tenha escapado do laboratório por acidente durante alguma falha de protocolo de segurança.

“Infecções acidentais em laboratórios causaram vários surtos de vírus anteriores na China e em outros lugares, incluindo um surto de SARS em 2004 em Pequim que infectou nove pessoas, matando uma“, disse o Departamento de Estado em um documento informativo.

De acordo com Pompeo, a inteligência sugeriu que trabalhadores do laboratório de Wuhan ficaram doentes com “sintomas consistentes com COVID-19 e doenças sazonais comuns” meses antes do surto mais amplo na cidade chinesa.

“Isso levanta questões sobre a credibilidade da alegação pública do pesquisador sênior da WIV, Shi Zhengli, de que havia ‘infecção zero’ do SARS-CoV-2 ou vírus relacionados à SARS entre a equipe da WIV e os alunos“, disse Pompeo.

Ele também revelou que pesquisadores do mesmo laboratório estudavam um coronavírus de morcego conhecido como RaTG13 desde no mínimo 2016. O RaTG13, foi identificado pela instituição chinesa como a amostra mais próxima geneticamente, do SARS-CoV-2, com 96,2% de similaridade ao vírus que causa o Covid-19.

Segundo o Departamento de Estado, o laboratório de Wuhan obteve o RaTG13 em uma caverna na província de Yunnan em 2013, quando vários mineiros morreram de uma doença semelhante à SARS.

O laboratório de Wuhan tem um registro publicado de realização de pesquisas de “ganho de função” sobre vírus para aumentar a letalidade ou capacidade de transmissão, mas o Departamento de Estado diz que a instituição “não foi transparente ou consistente sobre seu histórico de estudar os vírus mais semelhantes ao Vírus COVID-19, incluindo o RaTG13“.

Ainda de acordo com Pompeo, apesar do laboratório de Wuhan ser aparentemente uma instituição civil, trabalhou em “projetos secretos com os militares da China“.

“A WIV está envolvida em pesquisas confidenciais, incluindo experimentos com animais de laboratório, em nome dos militares chineses desde pelo menos 2017“, afirmou.

O secretário solicitou à Pequim a permissão para que a equipe de investigação da OMS tenha liberdade para prosseguir, incluindo o laboratório de Wuhan.

“Os investigadores da OMS devem ter acesso aos registros do trabalho do WIV em morcegos e outros coronavírus antes do surto de COVID-19”, disse o Departamento de Estado.

“Como parte de uma investigação completa, eles devem ter uma contabilidade completa do motivo pelo qual o WIV alterou e depois removeu os registros online de seu trabalho com o RaTG13 e outros vírus.”

A equipe de pesquisadores da OMS que atua agora em Wuhan espera encontrar pistas sobre origem da pandemia Covid-19, mas o trabalho segue em sigilo: nem a China e nem a Organização revelam o trabalho ou o endereço dos enviados.

Encontrar a origem do vírus é um esforço de anos que pode ajudar a prevenir futuras pandemias.

Pequim tem resistido à investigação completa e alega que o vírus pode ter tido uma origem em outro lugar. Mesmo assim a equipe da OMS foi finalmente autorizada a entrar depois de meses negociando com autoridades chinesas.

Os pesquisadores investigam o chamado “mercado úmido“, inicialmente ligado a um grupo de infecções, e não está nos planos a avaliação sobre uma liberação acidental do vírus no laboratório de Wuhan.

O chefe da Organização demonstrou impaciência com a demora da China em tomar providências para a visita da equipe.

O Partido Comunista da China controla com rigidez as informações e está preocupado com as possíveis revelações sobre o manejo do vírus, que possam causar prejuízos financeiros ao país no cenário do comércio mundial.

“A China reprimiu relatórios independentes sobre o surto e publicou poucas informações sobre sua busca pelas origens do vírus“, diz o DailyMail.

“O governo controlou rigorosamente todas as pesquisas científicas relacionadas ao surto e proíbe os pesquisadores de falar à imprensa“, acrescenta o veículo.

Na China, a imprensa estatal segue divulgando reportagens sugerindo que o vírus tenha outro lugar como origem. Ao anunciar a visita dos especialistas da OMS, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, disse que “o rastreamento da origem do vírus provavelmente envolverá vários países e localidades”.

Quem está na equipe da OMS que investiga as origens do coronavírus?
O painel da OMS contém 10 participantes com a tarefa de investigar as origens do coronavírus, incluindo a visita deste mês à China.

São eles:

Thea Fischer, Dinamarca – Virologista e epidemiologista da Universidade de Copenhagen e do Hospital Nordsjaelland, trabalhou anteriormente no Instituto Estadual de Soro da Dinamarca. Especialista em controle de epidemias e vacinologia
John Watson, Reino Unido – Diretor médico adjunto do Reino Unido de 2013 a 2017, após ajudar a liderar a resposta à pandemia de gripe suína de 2009. Também é professor honorário de epidemiologia da London School of Hygiene and Tropical Medicine
Marion Koopmans, Holanda – Virologista holandesa que é chefe do departamento de virosciência do Erasmus Medical Center em Rotterdam. Escreveu sobre a disseminação de Covid-19 entre humanos e visons na Dinamarca
Dominic Dwyer, Austrália – Microbiologista australiano da Westmead Clinical School em Sydney que ajudou a cultivar o vírus para pesquisas em fevereiro passado. Quer investigar o papel dos laboratórios no surto de coronavírus
Vladimir Dedkov, Rússia – Epidemiologista e vice-diretor de pesquisa do Instituto Pasteur na Rússia. Ajudou a diagnosticar pacientes com ebola durante o surto de 2014
Hung Nguyen, Vietnã – Biólogo vietnamita baseado no International Livestock Research Institute do Quênia, especializado em riscos de segurança alimentar em mercados úmidos. Diz que a equipe vai entrevistar pessoas do mercado de alimentos de Wuhan
Fabian Leendertz, Alemanha – Microbiologista do Instituto Robert Koch da Alemanha que pesquisa como os vírus saltam entre animais e humanos. Pesquisadores liderados que acompanharam o surto de Ebola em 2014 em uma árvore cheia de morcegos na Guiné
Peter Daszak, Reino Unido / EUA – Zoólogo britânico que é presidente da EcoHealth Alliance dos Estados Unidos e foi criticado por ligações com o laboratório de virologia de Wuhan e a chamada virologista ‘mulher-morcego’ Shi Zhengli da China
Farag El Moubasher, Qatar – Epidemiologista do Ministério da Saúde Pública do Qatar que pesquisa doenças emergentes. Escreveu uma tese sobre a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), um coronavírus que emergiu de camelos em 2012 e matou 858 pessoas
Ken Maeda, Japão – Diretor do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão. Possui publicações em seu nome sobre doenças de animais e coronavírus de morcegos
Informações: DailyMail

sábado, 16 de janeiro de 2021

TRAGÉDIA EM MANAUS TEM UM RESPONSÁVEL: A RETIRADA DAS PRERROGATIVAS DO GOVERNO FEDERAL


A tragédia que está se abatendo sobre os brasileiros de Manaus (AM) possui um único responsável: a retirada inconstitucional das prerrogativas do Governo Federal para tratar da pandemia do vírus chinês em âmbito nacional por meio de estratégias unificadas.

A retirada destas prerrogativas, decorrente de decisão do poder judiciário, fez com que as estratégias para lidar com a pandemia passassem a ser definidas por governantes locais, governadores e prefeitos, restando ao Governo Federal apenas o papel de tesoureiro e caixa repassador de recursos para os entes federados.

Ocorre que a pandemia é uma emergência nacional. Trata-se de uma ameaça real à vida de todos os brasileiros e uma ameaça à nossa segurança nacional, de modo que ela deveria ser enfrentada obrigatoriamente por meio de uma estratégia nacional unificada, definida pelo Governo Federal.

Entendemos que jamais deveria ter sido acatada a decisão inconstitucional do poder judiciário de transferir para estados e municípios um problema de segurança nacional, pois esta decisão em flagrante conflito com a Constituição Federal, que estabelece prerrogativas e obrigações claras do Governo Federal para tratar de temas que envolvem a segurança da Nação.

Também entendemos que o erro do governo em acatar uma decisão inconstitucional constituiu-se em uma demonstração de fraqueza e de falta de estratégia da parte do governo para lidar com as forças do establishment político e jurídico que são visivelmente contrárias e hostis ao programa de governo aprovado nas eleições de 2018.

Tendo ficado nas mãos dos governadores o poder absoluto de decidir o que fazer para lidar com a pandemia, o que assistimos foi uma sucessão de atos atentatórios à vida dos brasileiros, atentatórios à atividade econômica e atentatórios à liberdade.

O resultado dessa usurpação institucional das prerrogativas do Chefe de Estado não poderia ser outro: a pandemia foi “politizada” contra o Presidente Bolsonaro e milhares de pessoas morreram por decisão criminosa de governantes e do sistema de saúde de sonegar o acesso ao tratamento precoce.

A corrupção e desvio de recursos públicos praticados por estes mesmos governantes tornaram-se a norma comum no período da pandemia. Os bilhões que o Governo Federal enviou a Estados e municípios foram para a vala comum dos desvios, superfaturamento e roubo puro e simples.

Este estado de terra arrasada, com o Governo Federal de mãos amarradas e a maioria dos governadores agindo de maneira criminosa, não impediu que uma narrativa mentirosa e desonesta fosse criada e alimentada diariamente pela velha imprensa: a de que o Presidente Bolsonaro seria o responsável pelos erros e crimes praticados por governantes locais em nome da pandemia.

Manaus: a síntese da soma de todos os erros
A tragédia que está ocorrendo em Manaus (AM) sintetiza e resume tudo que de errado foi feito até aqui no trato da pandemia por parte de governantes estaduais. O Governo Federal repassou no ano passado mais de R$2.36 bilhões diretamente para a capital amazonense, segundo informa o Portal Transparência. Além disso, foram empenhados outros R$475.77 milhões em recursos públicos federais em gastos diretos na cidade.

Diante deste volume de recursos federais destinados ao combate à pandemia, não poderia em hipótese alguma faltar tubos de oxigênio nos hospitais da capital amazonense. A indisponibilidade desse material decorre diretamente da gestão criminosa do governador Wilson Lima, que precisa ser afastado imediatamente do cargo.

O Governo Federal saiu em socorro dos brasileiros de Manaus (AM) e fez o que precisava ser feito: providenciou o envio de tubos de oxigênio hospitalar para a cidade. Além disso, a  Força Área Brasileira está fazendo o transporte de pacientes mais graves para hospitais de outros estados.

Mais uma vez, o Governo Bolsonaro saiu em socorro da população vítima da ação criminosa de governantes locais. Mas não basta sair em socorro: a pandemia do vírus é um problema de segurança nacional, e é imperativo que o governo federal passe a centralizar a coordenar todas as ações relacionada ao tema.

Para que o Governo Federal possa assumir o papel que lhe cabe no enfrentamento à pandemia, é imperativo que a decisão judicial que retirou suas prerrogativas seja cancelada e tornada sem efeito. O país não pode continuar convivendo com uma epidemia nacional e ao mesmo tempo assistir o governo central ser impedido de agir por conta de uma decisão judicial inconstitucional.

Por fim, o Presidente Bolsonaro precisa decretar imediatamente a intervenção federal no Estado do Amazonas, pois ficou evidenciado ao longo de período recente que o Estado não pode mais continuar sendo governado por um indivíduo cujas ações colocam em risco a vida dos brasileiros amazonenses.

EXPORTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS CHINESES CRESCE 41% DURANTE PANDEMIA TOTALIZANDO US$ 388 BI




Nesta sexta-feira (15), o porta-voz da Administração Geral da Aduana chinesa, Li Kuiwen, divulgou em uma coletiva de imprensa que a exportação de equipamentos médicos chineses cresceu 41,5% durante a pandemia.

Somente a exportação de máscaras faciais, provenientes da indústria têxtil chinesa para o mercado internacional, aumentou 30,4%. Eletrodomésticos e laptops subiu 24,2% e 20,4%, respectivamente.

Segundo o porta-voz, em 2020, as medidas de isolamento acarretaram exportação de 2,51 trilhões de yuans (cerca de US$ 388 bilhões) em produtos de equipamentos médicos chineses para a população mundial.

Já a soma de todas as exportações cresceram 4%, atingindo a marca de 17 trilhões de yuans (cerca de US$ 2,8 trilhões).

AVISA DECIDE SOBRE VACINAS CONTRA COVID NESTE DOMINGO A PARTIR DAS 10H



Está nas mãos de cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a possibilidade de o Brasil começar na próxima semana sua tão esperada campanha de vacinação contra a Covid-19. A cúpula do órgão vai se reunir a partir das 10h, com transmissão pela internet, para anunciar sua decisão. A sessão deve durar, segundo a agência, pelo menos cinco horas.  A data da reunião corresponde ao último dia do prazo definido para analisar pedidos de uso emergencial de vacinas.

A informação de que o encontro da diretoria será longo foi comunicada pelas redes sociais. "A Anvisa realiza neste domingo (17), a partir das 10h, a reunião de sua Diretoria Colegiada para apreciar os pedidos de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 do Instituto Butantan e da Fiocruz. A previsão de duração da reunião é de cinco horas", postou neste sábado (16) a @anvisa_oficial.

Caso a autorização seja concedida, o Ministério da Saúde planeja iniciar o processo de imunização da população, começando pelos grupos prioritários, na próxima quarta-feira (20). Estão sob análise as vacinas Coronavac, da chinesa Sinovac, fabricada no Brasil pelo Butantan, e a do laboratório AstraZeneca com a Universidade de Oxford, que será produzida pela Fiocruz.

O governo federal contava com 2 milhões de doses dessa vacina de Oxford para dar o pontapé inicial na campanha. Apesar do desenvolvimento ser birtânico, a fabricação está acontecendo na Índia, de quem o Brasil pretendia importar. Porém, o governo indiano afirmou que não tem condições de vender o produto agora, já que começou uma megacampanha para inocular pelo menos 300 milhões de habitantes em seis meses.

FELIPE CAMARÃO ANUNCIA VEREADOR RICARDO RODRIGUES COMO CANDIDATO A VICE-GOVERNADOR

O candidato ao Governo do Maranhão Felipe Camarão (PT) anunciou nesta segunda-feira (27) o vereador Ricardo Rodrigues (PT), pres...