terça-feira, 5 de maio de 2026

LAHESIO REBATE TAKASHI E REVELA PROPOSTA DO PSD POR DESISTÊNCIA DE CANDIDATURA

O pré-candidato ao Governo do Maranhão pelo Novo, Lahésio Bonfim, afirmou ter recebido uma proposta do PSD, partido do ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide, para desistir da disputa pelo Palácio dos Leões nas eleições de 2026.

A declaração foi feita em entrevista à blogueira Angra Nascimento, do portal Angra Notícias. Segundo Lahésio, o convite envolvia a filiação ao PSD e a mudança de plano eleitoral, com candidatura à Câmara dos Deputados.

“O convite foi: ‘venha para o PSD. Nós vamos dar dinheiro, e você será candidato a federal’”, relatou.

A declaração foi dada em resposta a comentários do ex-candidato a prefeito de Imperatriz Nilson Takashi, a respeito da sua mudança de rumo e adesão à campanha de Braide

Gilberto léda

POLÍCIA CIVIL PRENDE FORAGIDO DA JUSTIÇA EM CAXIAS

A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Delegacia Regional de Caxias, prendeu na tarde da última quinta-feira (30) um homem identificado pelas iniciais C.A.C., de 34 anos, que estava foragido da Justiça.

A ação foi realizada em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 3ª Vara de Execuções Penais de São Luís. O suspeito havia sido condenado a 12 anos de reclusão pelo crime de roubo majorado, cometido em 2022, no município de Caxias. Segundo a polícia, ele estava foragido desde 2025.

A prisão ocorreu após informações repassadas pelo setor de inteligência do Departamento de Combate ao Crime Organizado da SEIC, que indicavam o retorno do foragido à cidade. A partir disso, equipes da Delegacia Regional iniciaram diligências e monitoramento, conseguindo localizar o suspeito em um bar no bairro Ponte.

Após a prisão, o homem foi conduzido para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado à Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Caxias, onde permanecerá à disposição da Justiça.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

NOVE ESTADOS TÊM MAIS BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA DO QUE TRABALHADORES COM CARTEIRA ASSINADA; MARANHÃO CONTINUA EM PRIMEIRO


Um levantamento recente aponta um cenário preocupante no mercado de trabalho brasileiro: em pelo menos nove estados, o número de pessoas que recebem o Bolsa Família supera o total de trabalhadores com carteira assinada. A concentração está principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

De acordo com os dados, o Maranhão lidera o ranking, com cerca de 460 mil pessoas a mais no programa social do que empregados formais. Em seguida aparecem o Pará (232 mil), Piauí (163 mil) e Bahia (85 mil). Completam a lista a Paraíba (76 mil), Amazonas (21 mil), Alagoas (20 mil), Acre (8 mil) e o Amapá (8 mil).

O cenário revela uma combinação de fatores históricos, como desigualdade regional, baixa industrialização e altos índices de informalidade. Em muitos desses estados, grande parte da população trabalha sem carteira assinada, o que reduz os números formais e amplia a dependência de programas sociais.

Especialistas apontam que o Bolsa Família cumpre um papel essencial no combate à pobreza e na garantia de renda mínima, sobretudo em regiões onde o mercado de trabalho é mais frágil. Sem o benefício, milhões de famílias estariam em situação de extrema vulnerabilidade.

O financiamento do Bolsa Família vem do orçamento da União, alimentado principalmente pelos impostos pagos por toda a sociedade. Tributos sobre consumo, renda e produção formam a base que sustenta programas sociais desse tipo.

Na prática, isso significa que trabalhadores formais, empresas e até consumidores, ao pagar impostos embutidos em produtos, contribuem para manter o benefício. É um modelo de redistribuição de renda, comum em diversos países, mas que exige equilíbrio fiscal.

O crescimento do número de beneficiários em relação ao emprego formal levanta um alerta sobre a sustentabilidade do sistema. Entre os principais desafios estão:

- Baixa geração de empregos formais, especialmente fora dos grandes centros;
- Alta carga tributária aliada a dificuldades para crescimento econômico;
- Dependência prolongada de programas sociais, sem transição para o mercado de trabalho;
- Pressão sobre as contas públicas, principalmente em períodos de desaceleração econômica.

Economistas alertam que, sem políticas eficazes de geração de emprego e renda, o país pode enfrentar dificuldades para manter e ampliar benefícios sociais no longo prazo. O risco não está no programa em si, mas no desequilíbrio entre quem contribui e o número de dependentes.

Para reduzir essa dependência, especialistas defendem investimentos em educação, qualificação profissional, incentivo à indústria e apoio ao empreendedorismo. A ideia é transformar beneficiários em contribuintes ativos da economia.

O desafio do Brasil, portanto, não é apenas manter o Bolsa Família, mas criar condições para que cada vez menos pessoas precisem dele no futuro, sem deixar de garantir proteção a quem realmente necessita.

LAHESIO REBATE TAKASHI E REVELA PROPOSTA DO PSD POR DESISTÊNCIA DE CANDIDATURA

O pré-candidato ao Governo do Maranhão pelo Novo, Lahésio Bonfim, afirmou ter recebido uma proposta do PSD, partido do ex-prefei...