sexta-feira, 4 de agosto de 2023

TRAGÉDIA FAMILIAR ATINGE O PREFEITO DE CAXIAS, FÁBIO GENTIL, COM O FALECIMENTO DE SUA MÃE, MARIA DO ROSÁRIO PEREIRA ROSA, AOS 84 ANOS.


Nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, 04 de agosto de 2023, a cidade de Caxias, no Maranhão, acordou em luto com a notícia do falecimento de Dona Rosário, como era carinhosamente conhecida, mãe do prefeito Fábio Gentil. Ela nasceu em 09 de novembro de 1938 e, até o momento, a causa de sua morte não foi divulgada.
Dona Rosário Rosa era viúva do saudoso deputado Zé Gentil,  deixando um legado de união e dedicação aos quatro filhos que tiveram.
O corpo de Dona Rosário está sendo velado na residência da família, localizada na Avenida Santos Dumont, onde amigos, familiares e autoridades locais se reúnem para prestar suas últimas homenagens.
O prefeito Fábio Gentil utilizou suas redes sociais para expressar seu profundo pesar pela perda da genitora. Suas palavras  refletem o amor e a gratidão que nutria por Dona Rosário, ressaltando sua importância em sua trajetória pessoal e política.

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

FOTO VIRALIZA MOSTRANDO LIXO EM FRENTE À RESIDÊNCIA DA MÃE DO SECRETÁRIO DE LIMPEZA PÚBLICA FAUSE SIMÃO


Uma foto recentemente viralizou nas redes sociais, mostrando uma quantidade considerável de lixo acumulado em frente à casa da mãe do secretário de limpeza pública, Fause Simão. A imagem gerou polêmica e questionamentos sobre a eficiência dos serviços de limpeza pública em outros bairros. O flagrante levanta a discussão sobre a responsabilidade no zelo pela limpeza urbana e a aplicação do conhecido ditado popular "costume de casa também vai à praia".
A foto que rapidamente se espalhou pelas redes sociais exibiu uma cena preocupante: uma montanha de lixo se acumulando em frente à residência da mãe do secretário responsável pela limpeza pública da cidade, Fause Simão. Esse registro despertou indignação e levantou questionamentos sobre a qualidade do serviço prestado pela limpeza pública em outras regiões.
A população ficou intrigada ao se perguntar se em outros bairros a situação é igualmente alarmante. Muitos cidadãos manifestaram sua insatisfação diante da cena e questionaram a efetividade das medidas adotadas para manter a cidade limpa e livre de resíduos.

"O DESOLADOR RETRATO DA POLÍTICA SOCIAL: A AÇÃO DE FÁBIO GENTIL E A DESUMANIZAÇÃO DO POVO"


O CLAMOR POR MUDANÇA: UMA SOCIEDADE QUE EXIGE DIGNIDADE E JUSTIÇA SOCIAL

Na cidade de Caxias-MA, uma triste realidade vem assolando a população mais vulnerável, que é tratada com desdém e desumanidade pelo atual líder político, Fábio Gentil. Sua abordagem tem sido comparada a uma forma de desvalorização do ser humano, ao tratar o povo como se fossem cachorros vira-latas, buscando seu sustento nas latas de lixo.

Ao invés de oferecer políticas públicas eficientes para combater a fome e a miséria, o líder político parece estar conscientemente agravando a situação para transformar suas migalhas em objetos de desejo e valor para os menos favorecidos. Essa tática cruel só aumenta o sofrimento dos mais necessitados, fazendo com que enxerguem as migalhas oferecidas como uma grande recompensa pelo humilhante esforço de sobrevivência.

Essa abordagem do líder político tem gerado revolta e indignação na comunidade, pois os governantes deveriam ser os guardiões da justiça social e da igualdade de oportunidades. No entanto, a política de Fábio Gentil parece estar guiada por uma visão arcaica e insensível, perpetuando a marginalização dos mais pobres.

É importante questionarmos a ética e a moralidade desse tipo de abordagem política, onde a falta de empatia e sensibilidade é evidente. O papel do jornalismo crítico é trazer à tona essas questões, investigando as ações dos líderes e expondo as consequências cruéis de suas políticas para que a sociedade possa exigir mudanças e uma abordagem mais humanitária.

Enquanto Fábio Gentil insiste em oferecer migalhas de esperança, é crucial que a sociedade se una em prol de uma política mais inclusiva e atenta às necessidades daqueles que mais precisam. É necessário romper com esse ciclo de desumanização e buscar soluções efetivas para erradicar a fome e a pobreza, garantindo que cada cidadão seja tratado com dignidade e respeito.

A luta por uma sociedade mais justa e igualitária requer a participação ativa de todos, e cabe ao jornalismo crítico cumprir seu papel de conscientização e mobilização, questionando ações políticas que perpetuam a desigualdade e promovendo um debate saudável sobre o bem-estar coletivo. Somente assim poderemos construir um futuro onde todos tenham a oportunidade de viver com dignidade e sem precisar se contentar com migalhas de esperança.

quarta-feira, 2 de agosto de 2023

PREFEITO FÁBIO GENTIL: CRÍTICAS À GESTÃO E DESIGUALDADES EXPOSTAS EM VÍDEO(VEJA)


ANÁLISE DO VÍDEO QUE REVELA DESIGUALDADES E OLIGARQUIA NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DE FÁBIO GENTIL

 Um vídeo que circula nas redes sociais tem causado indignação entre os cidadãos de Caxias, no Maranhão. Nele, o prefeito Fábio Gentil é duramente criticado por sua aparente falta de conhecimento sobre a realidade das favelas e áreas carentes da região, o que tem levantado questionamentos sobre a eficiência de sua gestão.

Segundo o vídeo, o prefeito é classificado como um oligarca que teria recebido o mandato como presente de seu pai, assim como estaria fazendo com sua própria filha. Essa conexão familiar com a política local tem gerado críticas por parte da população, que questiona a falta de renovação e representatividade na administração pública.

Ainda de acordo com o vídeo, o primeiro emprego de Fábio Gentil teria sido garantido pela família oligarca, lançando dúvidas sobre a meritocracia e o acesso igualitário a oportunidades para todos os cidadãos.

O material audiovisual também aponta contradições entre a imagem pública do prefeito e a realidade vivenciada pela maioria da população. Enquanto ele é visto frequentando shows de artistas famosos, como Léo Santana, mais de 90% das escolas da região enfrentam carências significativas em infraestrutura. A falta de quadras de esporte, bibliotecas e rede de esgoto tem sido uma realidade preocupante e negligenciada pela atual gestão municipal.

A exposição do prefeito através do ridículo em eventos públicos tem sido vista como uma estratégia para atrair atenção midiática, mas tem causado indignação entre os cidadãos que esperam ações concretas para solucionar os problemas locais.

O vídeo também levanta questionamentos sobre a escolha dos representantes políticos e o papel do voto consciente na sociedade. Os cidadãos de Caxias e do Maranhão são descritos como "cuitados", termo regional utilizado para expressar a sensação de serem subjugados por figuras políticas que não representariam seus verdadeiros interesses e necessidades.

Enquanto o vídeo continua a circular pelas redes sociais, a cidade de Caxias enfrenta questões cruciais que demandam ações efetivas por parte das autoridades públicas. A indignação dos cidadãos reflete a urgência em promover mudanças significativas e combater a desigualdade social que ainda persiste na região.

VÍDEO:



terça-feira, 1 de agosto de 2023

A PROPÓSITO DA “NOSSA” EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE 01 DE AGOSTO DE 1823! POR FRANCINALDO MORAIS, HISTÓRIA.

Foto: Familia de negros depois da Abolição de 13.05.1888.

[01.08.1823-01.08.2023]. São duzentos anos desde  que os vencedores da/na História de Caxias convencionaram como dia da Adesão de Caxias ao processo de Independência política do Brasil em relação a Portugal (1808-1822). 
Há muitas outras datas, dependendo do "lugar social" de quem escreve a História ou a quem serve sua "pena". Indígenas e Negros, dois exemplos, não escreveram ainda suas versões! 
O Cristianismo aqui praticado foi grande protagonista, em favor dos vencedores, mesmo quando do lado dos vencidos; as igrejas católicas, à maneira de castelos medievais, e alguns cemitérios são testemunhas materiais disto. Os cristãos evangélicos conquistaram sua Praça da Bíblia, mas não há monumentos religiosos aos Timbiras e Gamelas e, também, não se tem ainda uma Praça com símbolos religiosos afro-brasileiros (dois grandes tambores, p.e). Excluídos agora, mas nos idos dos oitocentos, indígenas e negros não faltavam no Centro de Caxias. 
O Pelourinho da cidade, provavelmente onde hoje está a réplica do “Cristo Redentor” e os incontáveis troncos particulares em fazendas rurais e casas de potentados urbanos não cessavam com seus horrendos sons humanos! Pelourinho público e troncos privados formavam o sistema escravista local constituído pela entrada de escravizados no Porto Grande, subida pela Rua do Porto Grande e concentração no Mercado de Escravos, no canto onde hoje está as Lojas Americanas (Complexo escravista municipal: Porto, Mercado de Escravos, Pelourinho, Igreja, Câmara e Delegacia). Os patriarcas Almada Lima, nos Três Corações, e os patriarcas Castelos, no Centro, foram alguns dos potentados que acumularam riquezas com o escravismo caxiense.
Foi assim porque Caxias era, no estado do Maranhão, entre 1800 e 1850, conforme  cronistas e evidências historiográficas, a segunda maior concentração de "estrangeiros", principalmente portugueses (entre estes, a família Dias). Caxias era um entreposto privilegiado pela localização entre Pastos Bons e a Bahia. Esses "estrangeiros" mandavam e desmandavam, negociavam direto com a Metrópole, assentados no arroz, algodão, gado e outros produtos, via navegação do Rio Itapecuru. 
Durante todo esse tempo as elites nativas, econômicas e políticas, cresceram e se desenvolveram em Caxias e, assim, passaram a lutar contra a hegemonia dos “estrangeiros” até se unirem com cearenses e piauienses “independentistas” no processo de Adesão.
O mesmo não ocorreu com a classe trabalhadora, motor humano propulsor de todas as mudanças econômicas e sociais, que de escravizada, passou a desempregada, biscateira e/ou assalariada. 
Neste dia 01.08.23 ouço, às 09h30, pela minha janela, na Rua Dr. Berredo, 1238, Centro, um carro volante informar que os comerciários trabalharão até 13 horas; sei que as domésticas iniciaram hoje às 06h00; e, os vendedores ambulantes, já organizaram seus carrinhos e aguardam as festas comemorativas se iniciarem logo mais etc. 
Ou seja, a Emancipação, comemorada neste 01 de agosto de 2023, não é para todos e nem ao menos para a maioria da população!
Eu, por exemplo, findo as férias, mas porque perfilho voluntariamente as causas indígena e negra, sinto-me incluído entre os de fora destas comemorações emancipacionistas em Caxias-MA.

EDMILSON SANCHES: A CELEBRAÇÃO DE 200 ANOS DE CAXIAS - UMA HISTÓRIA DE DESINFORMAÇÃO E MANIPULAÇÃO POLÍTICA


CAXIAS: UMA CIDADE PERDIDA EM CELEBRAÇÕES EQUIVOCADAS E LIDERANÇA FALHA

UM DIA, EXPLODIRÁ...

 1º/agosto/2023)

Imagens: Pastos Bons, “filha” de Caxias, e seus 259 anos em 2023. Pelas produções publicitárias seguintes, quantos anos está completando Caxias? As publicidades induzem a acreditar que a cidade está comemorando 200 anos de fundação, de existência. Uma pessoa estranha a Caxias acreditará ou não que a cidade completa/completou 200 anos? Esse é o poder da desinformação. Essa é a desinformação do Poder.

Uma sem-vergonhice institucional. As "peças" publicitárias dizem que são "200 anos de Caxias" e "200 de Gonçalves Dias". Quanta desinformação em nome da publicidade!...

Quer dizer que Caxias, num ato de mágica -- Shazam! Pirlimpimpim! Abre-te, Sésamo --, passou a existir apenas nove dias antes de nascer Antônio Gonçalves Dias, o advogado e escritor, autor da "Canção do Exílio"... 


E ainda tem gente nossa que corrobora isso!... Ninguém sai com uma nota institucional, mesmo sem a força midiática da Prefeitura, para se posicionar e informar os caxienses sobre essa demência voluntária, política e institucional.

A Prefeitura, por meio de seu marketing e mídia desabusados, pedantes, revogou (com que poder, a não ser o da ignorância e da insolência?...) a categoria de distrito de Caxias em 1735, 88 anos ANTES da data que tanto se preza e se "compra" como sendo de "fundação", "existência" de Caxias?


Quer dizer que, todo-poderosos como se acham quando estão no Poder -- como se oito anos não se acabassem e Ministério Público, Justiça e Polícia não existissem a partir daí --, quer dizer que também "revogaram", anularam o alvará de 31/10/1811, que deu o "status" de vila para Caxias, 11 anos e 9 meses ANTES do 1º de agosto de 1823? (A categoria de cidade, para Caxias, viria a 5 de julho de 1836).

O voluntário, "de caso pensado", analfabetismo histórico-cultural dessas tidas e ditas tais autoridades é tanto que seria interessante esses (in)dignitários explicarem porque Pastos Bons, que era distrito / povoado / povoação de Caxias, NESTE 28 DE JULHO DE 2023, está comemorando 259 (DUZENTOS E CINQUENTA E NOVE ANOS) DE FUNDAÇÃO. Como é que um filho pode ser mais velho que a mãe? (Em Pastos Bons, alguns registram 259 anos de "emancipação", mas o ano de 1764 é o do início da formação histórica da cidade, com a chegada das primeiras pessoas que iniciaram a povoação e construíram uma igreja; a emancipação se dá, como está na definição dessa palavra, com a autonomia, a independência do lugar, que passa a condição de cidade/município).

Pastos Bons foi desmembrado de Caxias, isto é, deixou de fazer parte do território de nossa cidade e ganhou sua própria autonomia político-administrativa, em 29 DE JANEIRO DE 1820, TRÊS ANOS ANTES da data em que começou a "existência" de Caxias, segundo os arautos e alardeadores dos "200 anos de Caxias", na verdade o bicentenário da adesão do município caxiense à Independência do Brasil... 

Uma explicação a mais sobre “adesão à Independência”: Em 1º de agosto de 1823, Caxias foi o penúltimo lugar a aderir à Independência do Brasil, que, como se sabe, ocorrera um ano antes, em 7 de setembro de 1822. A Bahia aderiu um mês antes de Caxias, em 2 de julho de 1823. São Luís foi a antepenúltima, em 28 de julho, quatro dias antes de Caxias; e a capital paraense, Belém, foi a última das localidades brasileiras a aderir à Independência do País, em 15 de agosto de 1823. De modo simples, a adesão à Independência significava que aquela cidade ou aquele estado do Brasil deixava a condição de lugar sob mando ou forte influência de portugueses, os quais eram, em geral, detentores e/ou forte influenciadores dos poderes político, administrativo, econômico, como era o caso de Caxias a ponto de as próprias autoridades caxienses terem sido as pessoas que solicitaram a presença do general português João José da Cunha Fidié e seus comandados para defender Caxias daqueles que queriam a cidade integrada ao Brasil. Com a liderança do capitão-mor cearense José Pereira Filgueiras, os revoltosos aumentaram a força e terminaram prendendo Fidié, que foi preso e passou pelas cadeias de Oeiras (PI), Salvador (BA) e Rio de Janeiro, até Dom Pedro 1º conceder-lhe a liberdade e devolvê-lo para Portugal, onde o general foi homenageado e sucessivamente nomeado para vários cargos em estabelecimentos militares, falecendo em 1856, 33 anos depois de sua malograda tentativa de fazer de Caxias um enclave português. 

Pastos Bons considera sua data magna o momento em que, em 1764, pessoas, de vontade própria, construíram uma igreja, embora desde a década de 1740 tenha sido criada a Freguesia de São Bento das Balsas de Pastos Bons e pessoas, sem falar na anterioridade dos índios amanajós, começaram a ocupação de seu território e ali decidiram ficar, trabalhar, progredir, morrer, deixar descendência para continuar a lida...

Portanto, Pastos Bons, município que é filho de Caxias, saiu do território de Caxias, completa 259 anos... (repita-se, sem falar que esse município poderia “puxar” sua data para mais antigamente, pelo menos uns 20 anos, já que na década de 1740, repito, fora criada a freguesia de Pastos Bons). E como Caxias, que é a "mãe" territorial e histórica, de Pastos Bons só tem 200 anos?! Pastos Bons, a filha, completa 259 anos; Caxias, a mãe, completa 200 anos!... Como são tão desligados, sem compromisso, esses seres ditos e tidos como caxienses que não fazem nem conta de mais e menos?!...

É uma pena!... Esse tipo de gente que nasce em Caxias mas Caxias não nasce nelas... 

Amor por Caxias feito de retórica, de palavras e ações "ex officio", estatutárias, mandatórias...

Na verdade, as populações de municípios no país inteiro estão carecas de saber quais são, re-al-men-te, os "interesses maiores" dos tais administradores, gestores, mandatários públicos deste País. A CGU sabe... O MP sabe... a PF sabe... os responsáveis por (i)licitações sabem... os que as vencem sabem também... os que têm certas remunerações, indicações, empregos, concessões, são outros que sabem... 

A maior cidade do Maranhão, depois da capital, Imperatriz, é BISNETA territorial de Caxias. Imperatriz saiu de Grajaú, Grajaú saiu de Pastos Bons, Pastos Bons saiu de Caxias). Pois bem: Imperatriz tem sua data maior o 16 de julho, dia em que, em 1852, pessoas ali chegaram, à margem direita do grande rio Tocantins, viram um descampado no meio da alta floresta e ali decidiram iniciar uma cidade.

E Caxias, o que se está fazendo com ela, com o beneplácito, a preguiça, a falta de coragem, de ousadia, de inovação e de criatividade de quem acha que manda e que será eterno e plenipotenciário aqui?

Simplesmente desconsideram os registros que dizem que Caxias começou a existir a partir do século 17, em 1612, com a chegada de franceses, brancos, índios etc., maravilhados com a qualidade das terras às margens do Itapecuru caxiense.

Aí, ao invés de buscar o aprofundamento e documentação desse recorte histórico, estabelecer uma data (dia e mês) para esse ano de 1612, o que fazem essas tidas e ditas autoridades daqui, acostumadas a derrubar prédios, imagine fatos? Acostumadas a desfazer ou deixar desfazerem-se edificações históricas, pois são elas, essas tais autoridades, que sabem que aqui, terra de muita perplexidade e inação, aqui até as pedras morrem...

O que fazem, então, enfim? Esquecem datas ancestrais -- 1811... 1735... 1612... -- e "surfam" na onda do que lhes é mais rentável politicamente, eleitoralmente (pois no Brasil todo ano é eleitoral ou pré-eleitoral).

E a maior parte da população, anestesiada com a única inoculação midiática que lhes chega aos olhos, aos ouvidos, às veias, às ventas (!), com essa repetição enfadonha de uma data que não tem a ver com o início da formação histórica da cidade, do município, a maior parte da população, os jovens, sobretudo, acham que o 1º de agosto é a data de fundação da cidade...

Nenhuma entidade histórico-cultural-educacional de Caxias é procurada pelos Poderes Públicos  -- e elas também não se manifestam institucional e exemplarmente... -- , para discutir um convênio para estudos, pesquisas e conclusão técnica acerca da data de fundação de Caxias, que deveria ser a de 1612. Há lugares na França e em Portugal, em São Luís, Rio de Janeiro, Brasília, Belém etc. para serem pesquisados. Ficam algumas pessoas e Instituições deixando-se ou escolhendo orbitar em volta de Poderes Públicos que possam mais tarde ceder funcionários, endereçar uma verbas, fazer (in)certos favores  --  enquanto esses próprios Poderes, por sua vez, gravitam em torno de meia dúzia de sobrenomes de famílias que se presumem detentoras da patente de (co)mandar n(a) cidade e ainda se “ofendem” com a presença de novos disputantes, aos quais os “poderosos” tentam  -- e geralmente conseguem --  aliciar, cooptar, “comprar”. As pessoas deveriam ter só uma cara  --  mas, se tivessem duzentas, todas deveriam ter vergonha. Não se devia comprar ninguém, nem ninguém devia se vender também... Coisas têm preço; seres humanos têm, ou deveriam ter, valor.

É tanto faz de conta, é tanta aranhice (a aranha sobe pelo fio da própria baba -- é a imagem dos babões, bajuladores e puxa-sacos), que não é de estranhar que Caxias esteja caindo nas tabelas de crescimento do Estado e do País: se, na Economia, já chegou a ser a sexta (6ª) maior do Maranhão e a de número 475 no Brasil, entre 5.570 municípios, os números de agora, os mais recentes, dizem que Caxias caiu para a 9ª posição no Estado e caiu 64 (sessenta e quatro) posições no Brasil, ficando no "ranking" em 539º lugar.

E para as "aranhas" que sobem pelo fio da própria baba que vêm defender o indefensável, que vêm dizer que "História não tem a ver com Economia", seria bom perguntar a esses aracnídeos o que eles, então, têm a ver com isso. 

Porque não se está falando aqui de História, nem de Economia. 

É algo bem maior... 

Pare-se por aqui. Porque de desinteligência está cheio o País...

De ocorrências, estão cheios os boletins da Polícia Civil...

De denúncias, estão cheios os Órgãos policiais, ministeriais, controladorias gerais...

De insatisfações, está cheia a capacidade de indignação de quem sustenta tudo isso  --  o contribuinte.

De lero-lero, farsa, jogo baixo e aparência está cheia a nossa paciência.

Um dia, ela explodirá.

EDMILSON SANCHES

edmilsonsanches@uol.com.br

Membro da Academia Maranhense de Ciências, do Conselho Regional de Administração, do Conselho Regional de Contabilidade, do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, da Academia Internacional de Literatura Brasileira (Estados Unidos), do Instituto Histórico e Geográfico e Academia de Letras de Caxias, e de Academias de Letras dos Estados do Maranhão, Pará, Espírito Santo e São Paulo.

BASTA DE DEMISSÕES! SINDICATOS DENUNCIAM DEMISSÕES EM MASSA NO HOSPITAL MACRORREGIONAL DE CAXIAS-MA


Os Sindicatos SINTAEMA e SINDSAÚDE denunciaram ao Ministério Público do Trabalho (MPT) a recente onda de demissões em massa promovida pelo Governo do Maranhão no Hospital Macrorregional de Caxias. De acordo com as denúncias, as dispensas têm ocorrido sem justificativas plausíveis, atingindo especialmente os trabalhadores mais antigos da unidade de saúde.
A presidente do SINTAEMA, Lucimary Santos, alertou que essas demissões podem estar relacionadas ao novo piso salarial da Enfermagem. Ela enfatizou que a categoria não vai aceitar esse ataque e que medidas serão tomadas para preservar o emprego e a qualidade de vida de todos os profissionais afetados. As demissões não apenas prejudicam os trabalhadores que perdem suas fontes de renda, mas também sobrecarregam os profissionais que permanecem no hospital, além de impactar negativamente a assistência à saúde prestada à população devido ao quadro funcional reduzido.
Diante da gravidade da situação, a presidente do SINDSAÚDE, Dulce Sarmento, convocou a categoria para uma Assembleia Geral Virtual, agendada na  segunda-feira (24/07) às 14h, via aplicativo Zoom. Na assembleia,  discussões e outras ações  tomadas para pressionar o Governo do Estado a reconsiderar essas demissões.
O SINTAEMA e o SINDSAÚDE estão empenhados em garantir que nenhum direito seja retirado dos profissionais da saúde, e reiteram a importância da mobilização e união da categoria nessa luta. A situação no Hospital Macrorregional de Caxias é uma questão de preocupação para toda a sociedade, pois impacta diretamente a qualidade dos serviços de saúde prestados à população da região dos Cocais.
O Ministério Público do Trabalho está investigando as demissões e contratações irregulares nos hospitais da região, tornando-se um aliado importante na busca por esclarecimentos e soluções. As entidades sindicais permanecem atentas e determinadas em assegurar os direitos dos trabalhadores e a continuidade do atendimento adequado à população.
Enquanto a situação não é esclarecida, o Hospital Regional Dr. Everaldo Ferremo enfrenta momentos de incerteza e tensão entre seus funcionários e a comunidade atendida. A expectativa é de que as ações dos sindicatos e as investigações em curso possam trazer esclarecimentos e encaminhamentos para resolver essa questão delicada que afeta a vida de muitos profissionais e a saúde da população.


OFÍCIO SEEMA 91/2023
São Luis-MA, 21 de JULHO de 2023
Ao Ministério Público do Trabalho - MPT
ASSUNTO: DEMISSÕES EM MASSA
Prezado(a) procurador(a),
O Sindicato dos Enfermeiros do Estado do Maranhão - SEEMA, representado pelo seu presidente Raimundo Nonato Lemos Cadilhe, vem por meio deste ofício solicitar uma audiência de mediação entre o sindicato e as empresas terceirizadas da Secretaria Estadual de Saúde EMSERH, IADVH, e a própria Secretaria Estadual de Saúde.
O objetivo da audiência é tratar sobre as demissões em grande número de aproximadamente 100 profissionais do Hospital Macroregional de Caxias. Essas demissões ocorreram de forma surpreendente, arbitrária, injustificada e contrária aos interesses do Sistema Único de Saúde (SUS).
Solicitamos o apoio e fiscalização do MPT, bem como a mediação e, se necessário, a abertura de um inquérito no Hospital Macrorregional de Caxias para apurar e combater essa situação. Nosso objetivo é proteger a assistência em saúde no SUS, garantir a legalidade e zelar pelos direitos dos trabalhadores que têm se dedicado a salvar vidas durante todo esse tempo.
Agradecemos desde já sua atenção e aguardamos o deferimento deste pedido.
Atenciosamente, Raimundo Nonato Lemos Cadilhe Presidente SEEMA - Sindicato dos Enfermeiros do Estado do Maranhão CNPJ: 11.761.812/0001-76 Endereço: Avenida Daniel De La touche - Centro Empresarial Shopping da tha, Sala 913, Tome 1, CEP: 65074-115, São Luis-MA Telefone: (98) 4141-0230 Emails: micadilhe@yahoom.com.br, atendimentoseema@hotmail.com Contato do presidente: Raimundo Nonato Lemos Cadilhe - (98) 98604-2012.
Fonte: Sindsaúde/Sintaema 

FELIPE CAMARÃO CUMPRE AGENDA EM AÇAILÂNDIA E DEFENDE TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO PÚBLICA

Em sua caminhada rumo ao Governo do Maranhão, o candidato Felipe Camarão (PT) cumpriu agenda neste sábado (5) em Açailândia, na ...