quarta-feira, 12 de março de 2025

IPHAN REALIZA CERIMÔNIA DE ENTREGA DA OBRA DE RESTAURO E ADAPTAÇÃO DE USO DO COMPLEXO FERROVIÁRIO DE CAXIAS, SEDE DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE CAXIAS (IHGC)


FONTE: PROFESSOR E HISTORIADOR EDMILSON SANCHES

----- Registros sobre o desembargador Arthur Almada Lima Filho, fundador do IHGC, nascido em Caxias em 17 de outubro de 1929 e falecido em São Luís em 27 de outubro de 2021

Fotos: Arthur Almada Lima Filho e seus livros: "Sem a História de Caxias não há História do Brasil".

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) realizou na tarde de 12 de março de 2025, em Caxias (MA), a cerimônia de entrega da obra de restauro e adaptação de uso do Complexo Ferroviário. A solenidade teve início às 15h e encerrou às 17h. Houve visita técnica às instalações, discursos, apresentações artísticas e descerramento da placa inaugural. Sócios do Instituto Histórico, da Academia caxiense de Letras, da Academia Sertaneja de Letras, Educação e Artes do Maranhão, autoridades do Estado e do Município e convidados compareceram ao evento.
Constituído de três grandes edificações, que antes eram a Estação Ferroviária e os dois galpões (de armazenamento e de manutenção de locomotivas e vagões), as construções foram inteiramente restauradas e adaptadas para novos usos. Entre estes usos, a sede do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, que já vinha ocupando e dinamizando o local e cujo fundador e presidente, desembargador Arthur Almada Lima Filho, deu início ao uso regular do prédio principal como sede do IHGC. No início, com a ação do desembargador, foram afastados da área os dependentes químicos que antes “tomavam de conta” das instalações, onde praticavam o vício e tornavam anti-higiênico a histórica Estação.

A Estrada de Ferro São Luís-Teresina, que alavancou a economia de Caxias no século passado, foi criada pelo Congresso Nacional em dezembro de 1904, inicialmente o trecho de São Luís até Caxias (depois foi estendida até a capital piauiense).

A seguir, um pouco de memória e história acerca do fundador e primeiro presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias.
 
ARTHUR ALMADA LIMA FILHO
----- Fundador e primeiro presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias (IHGC)

Muitos daqueles que passam pela avenida Getúlio Vargas, em Caxias (MA), e veem o grande, restaurado e remodelado prédio e os galpões igualmente imensos, restaurados e remodelados da antiga estação ferroviária não imaginam o quanto de sonho, de visão, de esperança, de burocracia, de esforço e de amor pela terra está misturado a cada mão de tinta, pá de cal, lata de areia, barro e cimento e metros de fiação elétrica e outros materiais utilizados para o restauro daquelas construções e o resgate ou ampliação de considerável fatia do amor-próprio dos caxienses.

Aqueles prédios da antiga Estrada de Ferro São Luís—Teresina (EFSLT), da Rede Ferroviária Federal S. A. (REFFESA) estiveram durante muito tempo ao Deus-dará, antes de Arthur Almada Filho “tomar de conta” deles e ali instalar a sede do IHGC. Antes do Arthur, os prédios desmoronavam -- como sempre, menos pela ação do tempo e mais pela omissão dos homens. Décadas de história estavam ruindo sem ruído, numa fragmentação silenciosa, num desfazimento criminoso de um passado que, embora não tão distante, foi responsável por parte das bases econômico-sociais de que talvez ainda se jactem alguns poucos que vivenciaram aqueles tempos e/ou que deles têm memória.
Arthur Almada Lima Filho passava ali pela Avenida Getúlio Vargas, olhava aquelas edificações e se inquietava – pode-se dizer, até: se indignava. Era o filho ilustre sabendo o quão igualmente ilustre havia ali em termos de historicidade.

Dos contatos iniciais, das correspondências obrigatórias, dos obstáculos e dificuldades que se (o)põem à frente dos que querem fazer a coisa certa neste País, até a autorização para uso e utilização, “sine die”, das portentosas instalações “refesianas”, Arthur Almada Filho teve de munir-se de paciência e persistência, sob pena de suas (boas) intenções irem juntar-se àquelas que assoalham o caminho da Geena.

Foi assim que Caxias e seu Instituto Histórico e Geográfico (IHGC) ganharam adequado espaço para se passar o passado – ou ao menos parte dele – a limpo. O Instituto é o espaço institucional por excelência e de referência para a busca, guarda, zelo e divulgação de itens e fatos, marcas e marcos do passado histórico de Caxias (que o histérico presente ainda não soube respeitar à altura). 

Esse espaço, sede do IHGC, recebeu pacientes reformas, restauro, remodelação, melhorias  --  as quais são entregues hoje, neste 12 de março de 2025.  E pensar que tudo começou com o sadio inconformismo, a consciência, o talento e, em especial, o tempo e o esforço de Arthur Almada Lima Filho  --  ele que, em vez de curtir o merecido ócio, após décadas de ofício na Magistratura, na Educação, na Imprensa, ele incumbiu-se e desincumbiu-se nas tarefas de, em igual tempo, presidente do Instituto e encarregado de fazer os contatos, o acompanhamento, as “cobranças”(ou, eufemisticamente, “lembranças”) aos que, pessoas e/ou instituições, aderiram à saudável luta pela adequada recuperação do patrimônio ferroviário e sede do IHGC – o que foi conquistado a troco da persistência e persuasão arturianas.


Um pouco acerca desse grande caxiense, honrado legatário e esforçado transmigrante da estirpe almadiana, é o que se tentou condensar adiante.  (EDMILSON SANCHES) 
 
A Estação Ferroviária em Caxias estava abandonada, ruindo. Um caxiense, Arthur Almada Lima Filho, resolveu “comprar briga”. Investiu tempo, talento, paciência, capacidade de luta e de gestão etc. e, em uma primeira fase, recuperou o prédio e o transformou na portentosa e orgulhosa sede do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, que Arthur fundou e dirigiu.  

O passado só ainda está presente e somente terá algum futuro se dele tiverem cuidadores como Arthur Almada Lima Filho. 

Lembro-me de que, na época já aos 90 anos, completados em 17 de outubro de 2019, aquele renovado Arthur sentava-se à sua távola quadrada e pequena no remoçado prédio da Estação Ferroviária, cuidava de aspectos da gestão do Instituto e aplicava-se a ler, estudar, pesquisar, escrever, quase sempre sobre fatos históricos de Caxias. 

Anatole France, escritor francês (1844–1924), disse que “(...) o passado é o nosso único passeio e o único lugar onde possamos escapar a nossos aborrecimentos diários”, pois “o presente é árido e turvo, o futuro, oculto”. É o caso de Arthur Almada de Lima Filho, que gostava de passear no passado de Caxias, e o fazia sem aborrecimento, pois o passado caxiense era para ele desafio e combustível, mister e mistério de arqueólogo, que se vai descobrindo camada a camada, limpando as contaminações, rearrumando em ordem lógica, até a interpretação e documentação final.

O paulista Eduardo Paulo da Silva Prado, que nem o Arthur, era homem do Direito e escritor; também acadêmico, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Viveu só 41 anos, tempo bastante para, entre seus amigos, contarem-se, entre outros, portentos literários e intelectuais como Eça de Queirós e Ramalho Ortigão. Eduardo Prado escreveu: “Certamente o homem deve viver no seu tempo, mas a tendência para a contemplação do passado é um dom nobilíssimo da sua alma”. Mais do que contemplar, Arthur Almada Filho, no caso do passado de Caxias, quis contribuir para organizá-lo, trazê-lo ao presente para garantir-lhe algum futuro. Como constatou o filósofo e poeta francês Paul Valéry (1871-1945): “O passado (...) age sobre o futuro com um poder comparável ao do próprio presente”.
 
Em geral, Caxias pouco sabe dos esforços e da história, das lutas, lides e lidas desse Arthur filho caxiense que, à maneira de Bilac, “ama com fé e orgulho” a terra em que nasceu. Juiz de Direito, desembargador, vice-presidente e presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, presidente da nascente universidade estadual maranhense, é citado no prestigioso e internacional “Who’s Who”, seus votos como jurista estão transcritos em obras de Direito, tem seu nome na testada de prédios públicos, seja em fórum seja em escola estado adentro, tais os méritos que a sociedade maranhense quis reconhecer e homenagear. Ex-reitor da UEMA (Universidade Estadual do Maranhão), autor de livros, pesquisador infatigável, magistrado intimorato, honrou o nome e o ofício do pai e o conceito da família – família que, no passado e no presente (e, pelo visto, para o futuro também), legou tanta gente inteligente para Caxias, o Maranhão e o Brasil. 

Pelos feitos que fez, certamente não cabe ao Arthur a observação do educador e abolicionista norte-americano Horace Mann (século 19): “Tenha vergonha de morrer até ter obtido alguma vitória para a Humanidade”. 

Arthur e eu somos (permita-se o verbo no presente) conterrâneos, confrades e amigos, pertencemos às sadias – e lutadoras – hostes do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias (IHGC), do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), da Academia Caxiense de Letras (ACL), da Academia Sertaneja de Letras, Educação e Artes do Maranhão (ASLEAMA) e do Rotary Club. E não estamos apenas para estar ou ser, mas para fazer.

Era preciso conviver um pouco com o Arthur para ver-lhe os esforços em nome de coisas e causas coletivas. Era preciso estar perto para sentir-lhe o entusiasmo e satisfação quando da descoberta de um novo nome de caxiense de talento, ou nova informação sobre Caxias, dados que zanzavam por aí, escondidos sob a poeira da História ou encobertos pelo pó do desinteresse humano. 

No fim do ano 2013, Caxias e o Maranhão receberam de presente uma obra (“Efemérides Caxienses”, 404 páginas; Ética, 2014) em que Arthur Almada organizou, sistematizou e sintetizou eventos passados, com nomes e datas da História caxiense, mas com pontos de contato com a História maranhense e brasileira. Como dizia e escrevia o Arthur, ausente todo laivo de ufanismo: "Sem a História de Caxias não há História do Brasil". E, com ardor e energias moças, ainda publicou um livro de perfis biográficos (“Perfis”, 238 páginas; Ethos, 2019) e deixou, escrita e organizada  -- e por enquanto inédita -- outra obra de fôlego, o "Dicionário Biobibliográfico de Autores e Artistas Caxienses". Sem falar nos diversos livros que se podem organizar com o ror de textos (artigos, ensaios, prefácios etc.) que Arthur deixou inéditos ou espalhados em jornais e revistas, Maranhão adentro e afora...

               É esse conterrâneo, caxiense com muito orgulho, que neste 12 de março de 2025 ressurge e (se) reaviva, vívido, no meio de nós, na entrega, restaurado, do Complexo Ferroviário de Caxias.

Parabéns, Arthur Almada Lima Filho, por ter feito valer a pena o dom da Vida recebido e o dom da dedicação com que se entregou à Justiça, ao Direito, à Educação, à Imprensa, à História e à Cultura.

Parabéns, Companheiro Arthur Almada Lima Filho, pela rica Vida que teve, sempre dedicada ao próximo: 

--- como Advogado, Promotor, Juiz e Desembargador, fazendo valer o império da Lei e da Justiça para as partes dos processos; 

--- como Educador, Professor e Gestor da Educação, levando informação, saber e inspiração para alunos, estudantes e Colegas;

--- como Administrador privado, levando resultados às Pessoas Físicas e Jurídicas, privadas e públicas, que acertadamente confiaram em sua competência; 

--- como Pesquisador, Historiador, Escritor, resgatando e levando aos seus Conterrâneos do Maranhão, em especial de Caxias, os registros acerca de pessoas e fatos notáveis de nossa Cidade; 

--- como Ser Humano, solidarizando-se com Familiares, Amigos, Colegas, Conhecidos, e disponibilizando-se a auxiliar nas necessidades prementes, nas dificuldades presentes. 

Toda a vida do Arthur foi um ato de doação, pois, como é lema de Rotary, ele sabia dar de si antes de pensar em si. E sabia que o maior benefício está no melhor serviço, no saber servir. 

Arthur, como Você sabe, os Céus são um lugar de perfeição. Deste modo, lá do Alto mantenha-se torcendo e orando pelo mundo, por sua Cidade, por nós que ainda teimamos em continuar “escapando” neste lado de cá da Vida. 
 
                       *

Arthur ainda tinha obras a inaugurar, livros a escrever, lugares para visitar, amigos para rever... 

Ainda tinha conversas para conversar, “breves graças” para contar, livros para ler, versos para declamar... 

Tinha Francês para falar, Latim para citar, Português para bem cuidar, lições para dar... 

Tinha o Belo para apreciar, o Tempo para mais aprender, mais o que realizar, mais  --  muito mais --  para viver...  

Arthur, pelo visto, ainda tinha muito que fazer  --  e, se não tivesse, iria procurar... 

Companheiro Arthur, como pesquisador e escritor, Você enriqueceu a História. 

E, com sua mudança de Vida, é a História que se enriquece com Você.

Aí na Eternidade, Paz e Luz, Amigo. 
EDMILSON SANCHES
edmilsonsanches@uol.com.br

POLÍCIA FEDERAL FAZ BUSCAS CONTRA PEDÓFILOS NO MARANHÃO


A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 12/03/2025, a Operação Nacional Proteção Integral, ocasião em que foram cumpridos, simultaneamente, 73 mandados de busca e apreensão, em todas as unidades da federação, sob a orientação da Coordenação de Repressão aos Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil (CCASI/CGCIBER/DCIBER/PF) com foco na identificação e na prisão de abusadores sexuais de crianças e adolescentes. Participaram desse esforço conjunto 340 Policiais Federais.

A Operação Nacional objetiva demonstrar o engajamento e o compromisso da Polícia Federal, em todo o país, na defesa da dignidade sexual de crianças e adolescentes vítimas e em sua proteção integral.

Na ocasião do cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram realizadas 26 prisões em flagrante em decorrência da ação.

No Estado do Maranhão foram cumpridos 4 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Imperatriz e São Luís.

Em São Luís, a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos cumpriu mandado de busca e apreensão em face de investigado responsável pela prática dos crimes de Estupro de vulnerável, bem como de armazenar e produzir vídeo de abuso sexual infantil, o qual foi divulgado em fórum da Darkweb.

Na cidade de Imperatriz, a Delegacia de Polícia Federal cumpriu 3 mandados de busca e apreensão em face investigados pelos crimes de armazenamento e divulgação de cenas de abuso sexual infantojuvenil em plataformas da internet.

O nome da Operação foi escolhido porque o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº 8.009/1990) estabelece já em seu artigo 1º a proteção integral das crianças e dos adolescentes, bem como assegura a esses sujeitos o gozo de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana (art. 3º).

Além disso, a Constituição Federal em seu art. 227, caput, estabelece que é “dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem com absoluta prioridade o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”. Ademais, não restam dúvidas quanto ao grau de lesividade que os delitos cibernéticos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil acarretam nas crianças e os adolescentes, sendo a Operação, portanto, uma forma da Polícia Federal dar cumprimento aos dispositivos constitucionais e legais que estabelecem a absoluta prioridade e a proteção integral às vítimas desses delitos.

A Polícia Federal alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. A prevenção é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar das crianças e adolescentes.

Fonte: Neto ferreira 

terça-feira, 11 de março de 2025

VEREADORES DE CAXIAS APRESENTAM PROJETOS E REIVINDICAÇÕES PARA INFRAESTRUTURA, EDUCAÇÃO E ESPORTE


Na última sessão da Câmara Municipal de Caxias, diversos vereadores apresentaram projetos de lei e requerimentos voltados para a melhoria da infraestrutura urbana, educação, esporte e saúde pública no município. As propostas incluem desde denominações de praças até obras de pavimentação e construção de novas unidades de ensino e saúde.

Eugênio Freitas
Solicitou a implantação de lombadas e faixas elevadas na avenida Aarão Reis, no Morro do Alecrim, em frente ao 2º Batalhão da Polícia Militar.
Requereu a execução de obras asfálticas, instalação de sarjetas e melhorias na iluminação pública ao longo da rua Eugênio Coutinho até a avenida Carmosina Coutinho, na Vila Paraíso.
Propôs a reforma e climatização das escolas Antônio Costa, no povoado Belém, e Benedito Elias, no povoado Cajazeiras.

Gentil Oliveira
Pediu melhorias na iluminação pública da rua Paulo Afonso, no Morro do Cruzeiro.
Reivindicou a revitalização da iluminação no bairro Refinaria.

Daniel Barros
Destacou a necessidade de melhorias nas estradas vicinais e a perfuração de um poço artesiano no povoado Porto.
Defendeu a atualização do Plano Diretor do município.
Apresentou um projeto de lei para tornar obrigatória a presença de monitoras nos ônibus escolares do município.
Propôs um projeto de lei que prevê desconto no IPTU para empresários que reduzam os preços de alimentos de primeira necessidade, buscando aliviar os custos para a população.

Sebastião Oliveira
Solicitou a reativação e destinação de recursos para a manutenção do complexo esportivo Humberto Coutinho, no Residencial Eugênio Coutinho.
Cobrou a realização da operação tapa-buraco nos bairros Dinir Silva e Residencial Eugênio Coutinho.

Durval Júnior
Reivindicou a construção de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) nos bairros Tamarineiro e Vila Lobão, além das comunidades Soledade e Vila Esperança.
Pediu a construção de uma escola no povoado Malhada de Areia, bem como a reforma e ampliação da creche no povoado Engenho D’Água.
Solicitou a construção de um campo de futebol e de uma arena esportiva no povoado Engenho D’Água.

Ximenes
Sugeriu a reforma, ampliação e climatização da escola Gervásio Costa, no povoado Rodagem.

Irmã Nelzir
Propôs um projeto de lei para a criação de uma política de apoio a eventos esportivos, com atenção especial ao futebol feminino e outras modalidades.

Léo Barata
Apresentou um projeto de lei para denominar a creche municipal localizada na avenida Pedreira, no Residencial Eugênio Coutinho, como Luiza Freitas Amorim.

Luz Fernando
Propôs um projeto de lei para nomear a praça localizada no bairro São Francisco, na rua Aluízio Lobo, cruzando com a rua Raimundo Bebé, como Pedro Antônio Oliveira.

segunda-feira, 10 de março de 2025

IPHAN CELEBRA RESTAURAÇÃO DO COMPLEXO FERROVIÁRIO DE CAXIAS EM SOLENIDADE PÚBLICA

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realiza, no dia 12 de março, a cerimônia de conclusão da obra de restauro e adaptação de uso do Complexo Ferroviário de Caxias (MA). O evento acontece das 15h às 17h, na sede da Estação Ferroviária de Caxias, localizada na Avenida Getúlio Vargas, 951, no Centro da cidade.  

Com um investimento de R$ 9,1 milhões, provenientes do Fundo de Direitos Difusos (FDD) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o projeto garantiu a revitalização de um dos mais importantes patrimônios culturais do Maranhão. O Complexo Ferroviário, inaugurado em 1895, desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento econômico do leste maranhense e foi reconhecido pelo Iphan como Patrimônio Cultural Brasileiro em 2010.  

A solenidade contará com a presença do presidente do Iphan, Leandro Grass, do governador do Maranhão, Carlos Brandão, da superintendente do Iphan no Maranhão, Lena Brandão, além da presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, Miramar Silva, e outras autoridades locais.  

A restauração do espaço representa um marco na preservação da memória ferroviária da região, além de abrir novas possibilidades de uso para a população.  

Serviço: Cerimônia de conclusão da obra de restauro e adaptação do Complexo Ferroviário de Caxias  
Dia 12 de março, das 15h às 17h  
Estação Ferroviária de Caxias – Avenida Getúlio Vargas, 951, Centro, Caxias (MA)

Fonte: blog irmão Inaldo 

domingo, 9 de março de 2025

CARNAVAL MILIONÁRIO NO MARANHÃO CONTRASTA COM FALTA DE INVESTIMENTOS ESSENCIAIS


Enquanto o Maranhão enfrenta graves problemas na segurança pública, saúde e infraestrutura, o governo estadual desembolsou R$ 68 milhões para a realização do Carnaval de 2025. A quantia foi destinada para consolidar a folia maranhense como uma das maiores do país, em disputa direta com as tradicionais festas da Bahia e de Pernambuco. No entanto, a população segue sofrendo com delegacias deterioradas, falta de viaturas e materiais básicos para as polícias, além de rodovias em péssimo estado de conservação e um sistema de saúde fragilizado.  

A destinação de recursos para eventos festivos em detrimento de áreas essenciais reflete a velha política do “pão e circo”, que mantém o povo entretido enquanto problemas estruturais se agravam. O Maranhão possui terras férteis e um grande potencial hídrico, mas carece de projetos consistentes que impulsionem o desenvolvimento econômico e social.  

Especialistas apontam que parte dos R$ 68 milhões poderia ser redirecionada para setores mais urgentes. Na segurança pública, por exemplo, a falta de efetivo e de equipamentos compromete o combate à criminalidade, que cresce ano após ano. Na infraestrutura, rodovias esburacadas dificultam o escoamento da produção e a mobilidade da população. Na saúde, hospitais enfrentam superlotação e escassez de insumos.  

A má gestão dos recursos públicos impacta diretamente a vida dos maranhenses. Governantes que priorizam gastos supérfluos em detrimento de necessidades básicas deixam um legado de estagnação e sofrimento para a população. Com a proximidade das eleições, o desafio para o eleitorado é escolher líderes comprometidos com políticas públicas eficazes, que promovam crescimento sustentável e melhoria na qualidade de vida. Caso contrário, o Maranhão seguirá preso em um ciclo de más administrações, sem perspectivas de progresso e com a pobreza atingindo cada vez mais cidadãos.

VÍDEO:


sexta-feira, 7 de março de 2025

CRIMINALIDADE ASSUSTA COMERCIANTES EM CAXIAS E EXPÕE FALTA DE AÇÃO DO GOVERNO ESTADUAL

A crescente onda de crimes tem deixado a população de Caxias cada vez mais insegura, especialmente comerciantes, que se tornaram alvos frequentes de assaltos. Um caso recente ilustra bem essa realidade: imagens de câmeras de segurança mostram criminosos agindo no depósito de gás localizado próximo à Escola Ruy Frazão.  

Nas gravações, os suspeitos chegam em uma motocicleta carregando um botijão vazio, simulando a intenção de comprar gás. No momento em que o funcionário vai atendê-los, eles anunciam o assalto, rendendo os trabalhadores e invadindo o estabelecimento. Outras imagens mostram os assaltantes armados tentando subtrair valores em dinheiro.  

O episódio não é um caso isolado. Comerciantes de Caxias relatam que furtos, arrombamentos e até homicídios têm se tornado cada vez mais frequentes. A sensação de insegurança cresce, e a população se sente desprotegida diante da inércia do governo estadual.  
  
A escalada da violência em Caxias reflete um problema maior em todo o Maranhão. Apesar dos constantes alertas da população e do aumento dos crimes, o governo Carlos Brandão não tem apresentado medidas efetivas para combater a criminalidade. O policiamento ostensivo é insuficiente, e muitos comerciantes alegam que não encontram apoio adequado das forças de segurança.  

Além disso, a falta de investimentos em geração de emprego e renda agrava o cenário. A pobreza crescente no estado contribui diretamente para o aumento dos delitos, e a ausência de políticas públicas eficazes reforça a sensação de um governo sem rumo.  

Enquanto isso, cidadãos e comerciantes continuam reféns da violência, convivendo com o medo e a incerteza sobre o futuro da segurança pública no Maranhão. O que se espera do governo estadual não é apenas a promessa de ações, mas medidas concretas para devolver à população o direito básico de viver com segurança.

VÍDEOS:




quinta-feira, 6 de março de 2025

MOTORISTA DE CAÇAMBA É ASSASSINADO EM LIXÃO DE CAXIAS APÓS DISCUSSÃO


A violência segue fazendo vítimas em Caxias. Na manhã desta quinta-feira (6), um motorista de caçamba que trabalhava no descarte de lixo foi morto a tiros no lixão do bairro Teso Duro.  

De acordo com testemunhas, a vítima se envolveu em uma discussão com outro homem, que sacou uma arma e efetuou um disparo. Mesmo ferido, o motorista tentou deixar o local, mas perdeu o controle do veículo, invadiu uma área próxima e acabou não resistindo aos ferimentos, morrendo ainda nas imediações.  

O trabalhador atuava no recolhimento de lixo na avenida Santos Dumont e era morador do bairro Castelo Branco. A identidade do suspeito e a motivação do crime ainda estão sendo investigadas pela polícia.  
Vítima 

O caso reforça a escalada da violência na cidade, que tem registrado homicídios constantes sem uma resposta efetiva do governo estadual. A insegurança preocupa moradores, principalmente trabalhadores que exercem funções essenciais e acabam vulneráveis a conflitos que terminam em tragédias.  

A população segue cobrando medidas mais eficazes das autoridades para reduzir os índices de criminalidade e garantir segurança nas ruas de Caxias.

VÍDEO:




FELIPE CAMARÃO CUMPRE AGENDA EM AÇAILÂNDIA E DEFENDE TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO PÚBLICA

Em sua caminhada rumo ao Governo do Maranhão, o candidato Felipe Camarão (PT) cumpriu agenda neste sábado (5) em Açailândia, na ...