Sara Regina Alexandre Munhoz estava afastada por licença médica desde agosto; filho permanece preso preventivamente no caso que apura a morte da estudante Isabelle Caracristi
A Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP) publicou no Diário Oficial do Estado a exoneração de Sara Regina Alexandre Munhoz, mãe de João Munhoz Neto, que permanece preso preventivamente no âmbito das investigações sobre a morte da estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22 anos.
Sara ocupava um cargo comissionado na Coordenadoria de Execução da Saúde Prisional (Cosap), onde exercia a função de Coordenadora de Direção e Assessoramento.
A exoneração foi formalizada pelo secretário da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque. Conforme a publicação oficial, Sara estava afastada das atividades desde 10 de agosto, em razão de licença médica.
A saída do cargo ocorre enquanto o nome de João Munhoz Neto está no centro das investigações relacionadas à morte de Isabelle Caracristi, encontrada morta em circunstâncias que são apuradas pelas autoridades.
João permanece preso preventivamente por decisão judicial. A prisão preventiva é uma medida cautelar e não significa condenação. A responsabilidade criminal deverá ser definida pela Justiça ao longo do processo.
EXONERAÇÃO
O ato publicado no Diário Oficial trata especificamente da exoneração de Sara Regina Alexandre Munhoz do cargo que exercia na SAP.
Até o momento, não há, no texto do ato administrativo, indicação de que a exoneração tenha sido determinada em razão da investigação envolvendo o filho.
O caso segue sob investigação das autoridades competentes
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