segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

INMET ALERTA PARA CHUVAS EM GRANDE PARTE DO PAÍS


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para uma faixa que vai do Amazonas ao Maranhão, cobrindo também regiões do Pará e do Tocantins. Estão previstas chuvas de até 100 milímetros (mm) ao dia e ventanias que podem chegar a 100 quilômetros por hora (km/h). Há risco de falta de energia elétrica, quedas de árvores, alagamentos e descargas elétricas. O aviso vale até as 10h desta segunda-feira (6), para quase 200 cidades desses estados, e está classificado com nível laranja, que indica perigo.

Além disso, chuvas mais brandas devem atingir boa parte do país. Cerca de 1,5 mil municípios de 13 estados e o Distrito Federal devem registrar chuvas de até 55 mm/hora, com ventos intensos, mas baixo risco de ocorrências. O alerta de nível amarelo, que representa perigo potencial, cobre todo o estado do Espírito Santo e do Tocantins e quase a totalidade dos municípios do Amazonas, Pará, de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Também deve chover no norte de Rondônia e no sul de Roraima, no sudoeste do Maranhão e do Piauí, na região oeste e no extremo-sul da Bahia e no Norte do Rio de Janeiro.

O Inmet recomenda que a população evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante as tempestades. Em caso de rajadas de vento, também não se deve buscar abrigo debaixo de árvores, nem estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Também é importante seguir as orientações da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros de cada local.

Tempo em janeiro
O Inmet prevê que o mês de janeiro no Brasil será de chuvas dentro da média climatológica e, em algumas ocasiões, acima da média, em grande parte das regiões Norte, Sul e Nordeste.

No Sudeste, os acumulados devem ficar dentro da normalidade, ou acima, em São Paulo e Rio de Janeiro, mas em Minas Gerais e no Espírito Santo a precipitação deve ser menor do que a usual para este mês.

Situação semelhante deve ocorrer no Centro-Oeste, com chuvas dentro dos parâmetros normais, ou acima, em grande parte de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e registros abaixo do padrão em Goiás e nas regiões noroeste e sudeste de Mato Grosso do Sul.

Já as previsões dos termômetros indicam calor acima do padrão para o mês, com alguns dias ainda mais quentes, principalmente no Norte do país, com temperatura média do ar ultrapassando os 28 graus Celsius.

Fonte: Agência Brasil 

sábado, 4 de janeiro de 2025

CASOS DE DENGUE EM 2024 PASSAM DE 6,4 MILHÕES; MORTES SOMAM 5,9 MIL

Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde mostram que o país registrou, ao longo de todo o ano de 2024, um total de 6.484.890 casos prováveis de dengue e 5.972 mortes provocadas pela doença. Há ainda 908 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue, até o dia 28 de dezembro, era de 3.193,5 casos para cada 100 mil habitantes.

A maioria dos casos prováveis de dengue (55%) em 2024 foi identificada entre mulheres. No recorte raça/cor, 42% dos casos prováveis foram registrados entre brancos; 34,4% entre pardos; 5,1% entre pretos; 0,9% entre amarelos; e 0,2% entre indígenas, sendo que, em 17,3% dos casos, a informação não foi registrada. A faixa etária dos 20 aos 29 anos concentrou a maior parte dos casos prováveis, seguida pela de 30 a 39 anos e pela de 40 a 49 anos.

No ranking dos estados, São Paulo aparece com o maior número de casos prováveis (2.182.875). Em seguida estão Minas Gerais (1.695.024) e Paraná (656.286). Na lista de estados com maior coeficiente de incidência, o Distrito Federal (DF) figura em primeiro lugar, com 9.907,5 casos para cada 100 mil habitantes, seguido por Minas Gerais (8.252,8 casos por 100 mil habitantes) e Paraná (5.735,2 casos por 100 mil habitantes).

Distrito Federal
Com o maior coeficiente de incidência do país, o DF registrou um aumento de 584% nos casos prováveis de dengue em 2024 em relação ao ano anterior – foram 279.102 casos no ano passado contra 40.784 em 2023. No mesmo período, as mortes pela doença saltaram de 14 em 2023 para 440 em 2024. Ainda de acordo com o Painel de Monitoramento de Arboviroses, cinco óbitos seguem em investigação.

Fonte: Agência Brasil 

BRASIL REGISTRA 1 MILHÃO DE FOCOS DE QUEIMADA EM 5 ANOS

Dados da plataforma Terrabrasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que concentra informações de satélite sobre cobertura vegetal, desmatamento e queimadas, indicam que o país teve 1 milhão de focos de queimada entre os anos de 2020 e 2024. Nesse intervalo, o ano com maior quantidade de registros foi justamente o de 2024, o que ocorreu, segundo o Ministério do Meio Ambiente e da Mudança do Clima (MMA), em razão de seca excepcional – segundo a pasta a pior nos últimos 74 anos.

A maior parte dos focos está concentrada em cinco estados. Foram 628.365 focos em cinco anos, no Pará (200.685), em Mato Grosso (171.534), Amazonas (97.885), Maranhão (97.124) e Tocantins (61.137). Seu desenho, uma estrada de fogo que corta o meio do país, coincide com áreas de expansão agrícola, principalmente para soja e pasto, e com regiões marcadas pela grilagem e pelo garimpo. Todos esses estados tiveram aumento de focos de incêndio na comparação entre 2024 e 2023, com destaque para Mato Grosso, com aumento de 130%, e para o Tocantins, com alta de 78%.

A novidade, em 2024, está no aumento de incêndios em áreas classificadas como sem Cadastro Ambiental Rural (CAR), ou seja, áreas que não são propriedades rurais. Entre 2020 e 2023, esse tipo de registro esteve no patamar de 20% do total nos cinco estados com mais registros, nos meses críticos (agosto e setembro), mas em 2024 o percentual saltou para 29,2%. Também houve aumento da participação de grandes propriedades, de uma média de 35% para o patamar de 40% dos registros.

O aumento acelerou a resposta dos governos. No âmbito federal, foi concluída a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que inicia 2025 em funcionamento, o que, segundo o MMA, garantirá o fortalecimento da articulação junto a estados e municípios, fator considerado crucial para alcançar respostas mais céleres em relação aos incêndios. A política foi criada em meio à crise, em julho de 2024, após a seca atingir duramente a região do Pantanal, e coordena a ação de União, estados e municípios, além de sociedade civil e organizações privadas.

A pasta informou que haverá a destinação de R$ 280 milhões do Fundo Amazônia para o combate a incêndios nos estados, e que se somam a cerca de R$ 650 milhões do Orçamento federal. O objetivo é evitar outro “pior ano”, pois desde 2010 não houve registro de tantos focos quanto em 2024.

O registro de maior número de focos não significa necessariamente maior área queimada. Em São Paulo, estado com maior crescimento de focos (422%, com 8.712 focos registrados em 2024), o aumento de área queimada esteve abaixo de 2% nas áreas de conservação, e os focos se concentraram em propriedades rurais, especialmente nas lavouras de cana-de-açúcar.

Diretor executivo da Fundação Florestal, Rodrigo Levkovicz faz a gestão das áreas de conservação no estado. Ele acompanha todo o ciclo de preparação e combate aos incêndios, inclusive em campo, e concorda com o motivo apontado pelo MMA: os incêndios aumentaram pois as condições climáticas são mais severas do que nos últimos anos. Para ele, que acompanhou as últimas rodadas de Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COPs), a expectativa é de efeitos mais severos, o que demanda melhoria no planejamento.

“Não adianta termos tido uma boa resposta esse ano e acharmos que será a mesma coisa em 2030. Teremos de planejar ano a ano, aumentar a [qualidade e velocidade] das respostas e a ação com municípios, governo federal e organizações civis”, defendeu. “Estamos em um momento de reavaliar a forma como ocupamos a terra, repensando as lavouras adequadas para os diferentes ambientes”, completou o ex-procurador do estado.

A reportagem também entrou em contato com os governos do Pará, de Mato Grosso, do Amazonas e do Maranhão. Amazonas e Pará não responderam. A reportagem será atualizada em caso de manifestação.

O governo do Maranhão informou ter consolidado Plano de Ação para os anos de 2024 a 2027, além de ter “reforçado o monitoramento de áreas degradadas, intensificado as fiscalizações ambientais e implementado a apuração de infrações". "Outro destaque é o Programa Floresta Viva-MA, voltado à preservação florestal, recuperação de áreas degradadas e valorização dos serviços ecossistêmicos. Com seis eixos principais, o programa incentiva práticas sustentáveis por produtores rurais, comunidades tradicionais e outras populações estratégicas, promovendo a conservação para as atuais e futuras gerações”, informou, em nota. O estado teve 97 mil focos registrados desde 2020, porém não tem aumento considerável desde 2022, quando chegou ao patamar de 20 mil focos.

O governo de Mato Grosso informou, também por meio de nota, que aplicou “R$ 205,6 milhões em multas por uso irregular do fogo". "Nesse período, mais de 20 pessoas foram presas e 112 indiciadas pela Polícia Civil por provocar incêndios.” Segundo a nota, o estado passou pela “pior seca enfrentada nos últimos 44 anos. Com isso, o material orgânico seco se acumulou, o que facilitou a combustão”. Mato Grosso teve mais de 170 mil focos registrados no período, dos quais 50 mil somente em 2024.

Fonte: Agência Brasil 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

AUMENTA EM 25% O NÚMERO DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA NO PAÍS

O número de pessoas vivendo em situação de rua em todo o Brasil aumentou aproximadamente 25%. Se em dezembro de 2023 havia 261.653 pessoas nesta situação, esse número chegou a 327.925 no final do ano passado. A informação é do levantamento mais recente divulgado pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (OBPopRua/POLOS-UFMG). O número apurado em dezembro de 2024 é 14 vezes superior ao registrado onze anos atrás, quando haviam 22.922 pessoas vivendo nas ruas no país.

O levantamento foi feito com base nos dados do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), que reúne os beneficiários de políticas sociais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), e serve como indicativo das populações em vulnerabilidade para quantificar os repasses do governo federal aos municípios.

A Região Sudeste é onde estão concentradas 63% das pessoas em situação de rua do país, com 204.714 pessoas, seguida da Região Nordeste, com 47.419 pessoas (14%).

Só no estado de São Paulo, que representa 43% do total da população em situação de rua do país, esse número saltou de 106.857 em dezembro de 2023 para 139.799 pessoas em dezembro do ano passado. Essa quantidade é 12 vezes superior ao que foi observado em dezembro de 2013, quando eram 10.890. Em seguida aparecem os estados do Rio de Janeiro, com 30.801, e Minas Gerais, com 30.244.

De acordo com o coordenador do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, André Luiz Freitas Dias, o aumento desta população pode ser explicado pelo fortalecimento do CadÚnico como principal registro desta situação e de acesso às políticas públicas sociais do país e também pela ausência ou insuficiência de políticas públicas estruturantes voltadas para essa população, tais como moradia, trabalho e educação.

O levantamento apontou ainda que sete em cada dez pessoas em situação de rua no país não terminaram o ensino fundamental e 11% encontra-se em condição de analfabetismo, dificultando o acesso das pessoas às oportunidades de trabalho geradas nas cidades

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

PROFA. DRA. SOLANGE MORAIS DEIXA A DIREÇÃO DOS CURSOS DE LETRAS

Caríssimos e Caríssimas! Encerro um ciclo importante na minha vida: o trabalho como diretora dos dois Cursos de Letras da UEMA, Campus Caxias.  Foi um tempo de muitas atividades e bastante aprendizado. Em acordo com a minha Família decidimos que é a hora de deixar a função de gestora para me dedicar à docência e aos projetos intelectuais ligados à firme noção de "formação permanente" (iniciação científica, extensão, publicação), que os desenvolvo, porém, quero ter mais tempo para ampliá-los. Além disso, cuidar da saúde para continuar alegre e tranquila com minha família, meus amigos e meus alunos; oportunizar que outro colega tenha a experiência enriquecedora na condução dos dois Cursos. Deixo a direção com a convicção de ter feito o possível e, vezes até, o próximo do impossível, pela humanização das relações, respeito aos alunos, reconhecimento dos meus pares e grandeza do nosso Campus Caxias-UEMA. Agradeço a confiança depositada em mim durante esses anos. Obrigada! Despeço-me da Direção tranquila, feliz e desejando à nova Diretora, a professora Dra Maura Rejanne, estimada colega, uma excelente gestão! Abraços fraternos em Todos e Todas e um Feliz 2025! 🌻
Prof. Dra. Solange S. G. Morais.
Caxias-MA, 02/01/2025

ALIANÇA ESTRATÉGICA GARANTIU VITÓRIA DE GENTIL NETO NAS ELEIÇÕES DE CAXIAS

O embate eleitoral em Caxias foi marcado por uma intensa disputa entre situação e oposição. Apesar das expectativas de uma possível vitória da oposição, articulada por meio de uma coalizão, o desfecho das eleições municipais de 2024 confirmou Gentil Neto (GN) como o novo prefeito da cidade.  

Um dos fatores decisivos para a vitória governista foi a adesão de lideranças comunitárias de peso, como Fernando "Cabeção". Mesmo sendo, inicialmente, contrário ao grupo de Fábio Gentil, atual prefeito e articulador político de GN, Fernando optou por não apoiar a oposição. Segundo fontes, ele rejeitou assinar uma "Carta Compromisso", considerada vazia de propostas que priorizassem os interesses da população.  

Ao longo de 2023 e 2024, Fábio Gentil intensificou suas estratégias para consolidar alianças políticas. Reconhecendo a importância de líderes comunitários como Fernando Cabeção, Gentil garantiu um diálogo direto com figuras chave, ampliando a base de apoio governista. Essa articulação não apenas fortaleceu a campanha de GN, mas também enfraqueceu a oposição, já que muitos de seus apoiadores não viam consistência nas propostas do grupo rival.  

Nos bastidores, Fernando Cabeção desempenhou um papel estratégico. Sua proximidade com a população e trânsito livre no Palácio da Viúva da Panteon foram cruciais para mobilizar eleitores e reforçar o discurso governista. Sua atuação como articulador foi apontada como um dos pilares da vitória de GN.  

A eleição de Gentil Neto, apesar dos desafios, reflete a capacidade de reorganização política da base governista e a força de lideranças comunitárias que, mesmo em cenários de incerteza, decidiram se alinhar aos interesses do grupo no poder.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

CAXIAS INICIA NOVO CICLO NO LEGISLATIVO COM FERNANDO AMORIM NO PARLAMENTO


Caxias, a Princesa do Sertão, entra em uma nova fase com a posse do vereador Fernando Amorim, representante do PMB. Com foco no bem-estar da população, o novo legislador integra um parlamento renovado, composto em sua maioria por jovens vereadores de primeiro mandato. Essa renovação também coincide com o início da gestão do prefeito Gentil Neto, que, em sua estreia no Executivo, traz consigo um time motivado e cheio de energia para impulsionar a cidade.  

Fernando Amorim destaca-se como uma figura chave nesse novo cenário. Ele chega ao Legislativo com o compromisso de colocar o povo de Caxias em primeiro lugar, priorizando propostas que atendam às necessidades reais da população e contribuam para o desenvolvimento local.  

A união entre o Legislativo e o Executivo promete gerar frutos importantes para a cidade, combinando a juventude e o vigor dos novos parlamentares com ideias inovadoras. Entre os desafios do novo parlamento estão a criação de projetos que melhorem a infraestrutura, saúde, educação e qualidade de vida dos caxienses, fortalecendo a imagem de Caxias como um polo cultural e econômico no Maranhão.  

Fernando Amorim assume o compromisso de ser uma ponte entre a comunidade e o poder público, trabalhando para garantir que a voz dos cidadãos seja ouvida no Legislativo. Com sua atuação, espera-se que Caxias alcance novos patamares de desenvolvimento, consolidando-se ainda mais como uma cidade de destaque no sertão maranhense.

FELIPE CAMARÃO CUMPRE AGENDA EM AÇAILÂNDIA E DEFENDE TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO PÚBLICA

Em sua caminhada rumo ao Governo do Maranhão, o candidato Felipe Camarão (PT) cumpriu agenda neste sábado (5) em Açailândia, na ...